
Pessoal, essa ficar essa brincadeira que eu faço com o Darlan ficar estimulando, ficar brincando, isso é normal tá pessoal, porque a gente consegue outros patamares quando a gente consegue conversar dessa forma. Perfeito? Obrigado. Valeu. Valeu. Valeu.
Está tranquilo né? Bom dia. Conteios informacionais mas falam mês culturas mesmo né? As contas é é a denominação nossa. Isso. Eu gostaria de agradecer a participação de todos vocês, estamos muito felizes pela pela concretização, pelo encerramento desse ciclo né realmente ciclo de palestras. Estamos aqui no na na na sexta no sexto encontro, foram 6 meses de trabalho intenso. A parceria com a com a Coarc. E, até mesmo pelo tema que me foi passado eu gostaria de fazer algumas alguns estímulos, falar de algumas coisas pouco mais amplas, e fazer alguns estímulos nesse ponto aqui, né? E aí eu gostaria de lembrar, o Darlan falou sobre a questão das fitas de de VHS lá no, lá na NASA né? E eu gostaria de lembrar de caso, eu vou usar pouco de liberdade e falo de maneira muito informal caso que aconteceu aqui na câmara. Né Laio aquelas fitas lá das dos vírus das da constituinte, né? Que nós, foi a mesma coisa, que as fitas em VHS Betamax, que a gente encontrou que estavam no armário. Lembra? Estava no armário. E aí depois elas foram digitalizadas olha só como é o processo de preservação, né? Foram digitalizadas pela pelo pessoal da área de comunicação. E, só que estava num servidor lá na SECONTO, e o servidor não estava dando não estava aguentando. E aí nós fizemos 1 transferência, e aí estava lá eu fazendo FTP todos os dias junto com, com o Bruno que também é arquivista, eu sou eu também sou arquivista pessoal. Fazendo FTP pra poder baixar pra poder liberar o servidor que já estava já o computador que é servidor local já estava sufocado. E era o desespero, de poder preservar isso o mais rápido possível. E aí nós fizemos 1 etapa, esse é o exemplo clássico de amadurecimento dentro da câmara da preservação digital. Da preservação arquivista digital né? Porque depois eu vou falar sobre as outras áreas de preservação digital. Então, a gente fez o FTP, e aí pra preservar nós colocamos no arcaivemática ainda, não no modelo, ainda não dentro do modelo de preservação digital que nós temos hoje. Mas estava preservado, e aí depois nós fizemos novo processo para alimentar já com, já dentro do novo modelo de preservação digital, para poder não colocar no repositório. Então esse é processo que mostra o amadurecimento, dentro da própria câmara, o o modelo, ele não apareceu do além, é processo de de de amadurecimento aí de pelo menos 6 anos que nós estamos fazendo nesse processo. E aí aproveitar sobre a questão dos artigos. Nós esse artigo nós conseguimos publicar o artigo na no periódico do arquivo do estado de São Paulo, que é referência né tem Qualis pra quem é da academia tem Qualis, acho que o Qualis acho que está em, B 2 ou B Então nós conseguimos, publicar esse artigo eu acho que vale a pena vocês terem acesso a esse artigo, que esse artigo ele detalha o modelo de preservação digital, e é artigo que que é foi publicado com as 2 equipes Cowbec e Coarc. Mas esse artigo é o terceiro artigo sobre preservação digital na Câmara dos Deputados. Então nós tivemos artigo, eu com a massa na época que a massa ainda estava na Coarc né? Então foi o primeiro artigo precursor. E também tivemos artigo com o Vanderlei, que é o exdiretor do NACOARC, que ainda vem do arquivo do estado do Espírito Santo. Então também se vocês quiserem dar 1 olhada nessa sequência porque demonstra a o amadurecimento do processo de preservação digital, processos de preservação arquivista digital ao longo desse tempo. E aí o primeiro foi conceitual, o segundo já foi utilizando o primeiro o nosso modelo o nosso piloto de preservação digital que foi a folha de folha de pagamento. E utilizando 1 premissa da folha de ponto, pra depois chegar a isso porque eu estou falando isso pessoal, é processo da de amadurecimento. Nós tivemos processo de amadurecimento, pra chegar até, até esse ponto. E por que eu estou falando isso? Porque nós estamos dentro de centro de memória. E aí é puxando que o que o o Marciano falou. A tanto a Cobec quanto a Coarc está dentro sem documentação e informação que é centro de memória, nós estamos preservando a memória da da câmara, estamos preservando a memória para o cidadão. E nós estamos dentro de contexto, esse é o esse projeto é projeto importantíssimo dentro da preservação arquivística mas também dentro da preservação. Nós temos modelo, 1 projeto, andamento para a preservação bibliográfica e preservação museológica, ok? E aí eu vou conseguir falar exemplo também sobre a importância da preservação, dentro do escopo do Brasil. As professoras voltaram, as professoras, está está está serrando aí né? Furando. Furando. A gente está falando aqui 200 anos de história pessoal, mas temos o temos país parceiro nosso que é Portugal, que a gente está falando de preservação de 500 anos 600 anos, dependendo da da do referencial que nós temos. E, eles nós temos contato muito forte com com o pessoal de Portugal, área de preservação, justamente tentando identificar essa preservação num período ainda maior do que nós estamos hoje. Então nós ontem tivemos a visita de 3 professoras da universidade de Lisboa, e elas ficaram impressionadas com a gestão arquivista quando elas visitaram mesmo sendo tendo como referência a torre do tombo, quando visitaram lá o o nosso o nosso acervo arquivista, elas o Tiago nos acompanhou, não foi o Tiago? E aí a até a professora Elizabeth ficou quase pulando né, nos 2 pés porque ela ficou intencionada com com esse processo. O que é que eu estou querendo dizer? É que a nossa prática aqui hoje, ela está muito próxima de práticas de países que preservam há muito mais tempo. E que tem histórico, vínculo emocional com a sua preservação. Por que eu estou querendo falar isso? Quem trabalha com preservação ou com gestão arquivista já ouviu falar da torre do tombo, que fica em Portugal. Existe vínculo afetivo do português com a torre do tombo. Existe vínculo afetivo. Existe vínculo com a memória da nação. Quando a gente trabalha com genealogia nós vamos recorrer a torre torre do tombo. A torre do combo seria o arquivo nacional nosso nosso. Então eu acho que vale a pena a gente explorar, a preservação da memória e a preservação arquivista digital dentro desse contexto. Eu estou fazendo falando aqui pessoal estímulo, como estimular que a preservação arquivista digital dentro da preservação da memória gere vínculo realmente com a sociedade? Não somente dentro de grupo, grupo técnico, mas que ele gere vínculo, que essa preservação arquivista ela consiga promover essa essa esse vínculo com a sociedade, esse vínculo com o cidadão. E qual é a minha visão? Fazendo a a difusão, fazendo a divulgação desse desse desse todo esse processo. Porque eu estou falando isso, a gente está falando de preservação digital, que é importante e é óbvio, mas eu estou falando já estou querendo ressaltar pouco para a difusão que o Marcelo Fontoura já falou isso várias vezes aqui, o Darlan já falou do Brasil várias vezes aqui também. E o que o Tiago, eu estou falando que o Tiago que é o o chefe da sessão do arquivo permanente aqui da câmara, trabalha fortemente, é a utilização do ato, utilização de softwares para a difusão desse material que é preservado. Então, eu tenho 1 estímulo 1 proposta é que a gente amplie esse debate. Amplie o debate para a difusão desse material que está desse material desse acervo que está sendo preservado. Porque o material o acervo museológico da câmara ele é difundido. O o mesmo que nós temos 1 página interna no no no portal da câmara em que esse esse todo esse acervo museológico que foi as imagens foram digitalizadas, ele está sendo ele está está sendo difundido. Por que eu estou falando isso? Porque quando eu fui fazer a visita ontem guiada com as professoras da, da universidade de Lisboa, elas ficaram impressionadas com o fluxo de pessoas visitando as obras de arte na câmara. Por quê? E aí por coincidência eu nem falei isso pra você Marciano eu encontrei com com Celso ontem ao DG dentro de São Verde. E aí ele falou a experiência dele lá na na na Assembleia da República em Portugal. Quantos servidores nós temos na câmara hoje? 2600 efetivos. Quantos comissionados mais ou menos? 12300. Sabe quantos quantos empregados nós temos na Assembleia da República? 400. Então, elas ficariam pressionadas com o acesso que nós temos, à memória, o cidadão tem acesso à memória pelo menos à memória imagética, né, memória institucional, das obras de arte, dos contextos. E isso eu estou falando de de professoras e doutoramento e doutorado, que de 1 nação que tem esse vínculo afetivo com a sua memória. Então meu estímulo hoje é como fazer isso? Como fazer essa difusão do material de todo o acervo que está sendo preservado? A a biblioteca digital da câmara ele é acessada de 1 maneira muito forte. Nós temos muitos acessos ao a ao Atom, que é gerenciado pelo pelo Tiago né? Mas era era estímulo que eu gostaria de fazer pra vocês hoje, dentro desse contexto. Por quê? O tema que foi passado que a gente negociou que eu vou falar hoje é justamente isso, o desafio da preservação nas instituições públicas. Nós chegamos a patamar agora, graças a Deus, e que nós estamos falando efetivamente de preservação digital e de repositórios. O que fazer com esses repositórios? O que fazer com esse, claro, estou falando do repositório, mas o que fazer com a difusão desse matéria que foi preservado? Como gerar esse vínculo com a sociedade? E e como propiciar que essa sociedade perceba essa memória arquivista, porque a museológica já já está pouco mais à frente nisso, e que essa memória arquivista ela seja, ela tem esse vínculo, ela tem essa associação e que não somente os pesquisadores, mas o cidadão comum, tenha tenha o prazer de acessar esse material. Mais 1 vez, eu estou falando isso porque nós conseguimos chegar nesse patamar. Já conseguimos chegar ao patamar de preservar. Como é que nós vamos fazer agora? Como já fazemos com acervo museológico e como já fazemos com acervo bibliográfico. De maneira muito simples é isso pessoal. Muito muito obrigado. Até mais até a próxima.
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