
Congreso não define processo de demarcação, mas apoia estudos antropológicos técnicos-científicos para identificar terra indígena, combate etnocentrismo, atende constituição e decreto, aborda histórico de ocupação, atividades econômicas, ambiente e aspectos culturais específicos, garantindo segurança jurídica e diminuindo conflitos.
O Coordenador-executivo do Centro de Trabalho Indigenista (CTI) destacou a importância dos estudos antropológicos na identificação de terras indígenas e criticou a participação do Congresso nesse processo. Ele abordou a necessidade de combater o etnocentrismo e ressaltou a relevância dos relatos históricos e orais sobre a ocupação e expropriação territorial dos povos indígenas. Enfatizou que questões econômicas e ambientais devem ser consideradas, defendendo que os povos indígenas têm direitos sobre suas terras, que garantem sua sobrevivência e cultura. Finalizou pedindo celeridade na demarcação de terras para reduzir conflitos e garantir a diversidade social e cultural do Brasil.
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