
O advogado defende a manutenção do direito de defesa do deputado Glauber, destacando questões de cerceamento e a falta de intimações. A defesa baseia-se na Constituição Federal, pedindo imparcialidade e proporcionalidade na aplicação de penas, sem reavaliação de fatos. Critica a aplicação desproporcional de sanções pelo conselho de ética e a não consideração das provas apresentadas. Enfatiza princípios de isonomia e imunidade parlamentar, pedindo que o recurso seja provido e os atos do processo sejam anulados.
O Advogado fez um pedido para que, ao final da concessão, houvesse divisão de tempo, permitindo ao deputado Glauber uma ampla defesa e diálogo com os demais parlamentares.
O advogado solicitou que, após a leitura do relatório, seja feita a defesa do representado, a fim de garantir um diálogo e não prejudicar a defesa, em conformidade com procedimentos de tribunais brasileiros. Ele propôs que a falação ocorra após a leitura do voto, em vez de antes.
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