
A Coordenadora-Geral de Atenção à Saúde das Mulheres do Ministério da Saúde reafirmou o compromisso do SUS e da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher no combate à violência, na defesa da autonomia feminina e na garantia da saúde como direito fundamental.
A Coordenadora-Geral de Atenção à Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde defende a qualificação das equipes de atenção primária para identificar sinais sutis de violência e prevenir feminicídios, ressaltando a necessidade de maior aporte orçamentário para capacitação e enfrentamento do ciclo de violência.
A Coordenadora-Geral de Atenção à Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde enfatiza que a violência contra a mulher é um grave problema de saúde pública. Defende o fortalecimento da Atenção Primária para a identificação precoce de vítimas, o uso de dados para políticas preventivas e a necessidade de intervir junto aos homens agressores para desconstruir masculinidades violentas.
A Coordenadora-Geral de Atenção à Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde anunciou novas vagas em enfermagem obstétrica, reforçou o papel de fomento do Ministério, detalhou o monitoramento de violência obstétrica e morbidade materna grave, esclareceu a RDC vigente, defendeu a integração de doulas e parteiras tradicionais e apresentou indicadores de qualidade para o novo financiamento da atenção primária.
A Coordenadora-Geral de Atenção à Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde enfatizou a necessidade de combater iniquidades regionais e étnico-raciais na mortalidade materna. Defendeu a humanização do parto baseada em evidências, protagonismo feminino e qualificação da rede via Rede Alyne e os "10 passos do cuidado obstétrico", focando na redução de cesarianas desnecessárias e na melhoria do monitoramento clínico, tecnológico e preventivo para garantir segurança e reduzir mortes evitáveis.
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