
Sociedade civil deve exigir espaços institucionais mais abertos para debates complexos, pois CONAED comissão atual é rigida e limitada. Sociedade tem papel importante, especialmente comunidades indígenas e tradicionais, mas institucionalização da discussão é inadequada. Governo deve se engajar mais e reconhecer complexidade da temática.
A oradora agradece a oportunidade de discutir a regulamentação do mercado de carbono, focando nas reservas extrativistas na Amazônia. Destaca a importância dessas áreas, construídas por comunidades, especialmente os seringueiros, e seu potencial para projetos de carbono. Menciona riscos de contratos confusos e a necessidade de regulamentação. Aponta a importância do consentimento das comunidades para projetos e a repartição de benefícios. Critica a exigência de anuência do ICMBIO e enfatiza a inclusão de outras comunidades na regulamentação da lei.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.