
Questiona o cumprimento da lei 15.157 em relação à suspensão do BPC, defendendo a prevalência legal sobre decretos e portarias.
Defesa das pessoas vulneráveis contra barreiras impostas pelo INSS ao BPC, criticando a falta de reconhecimento do caráter permanente da deficiência e a aplicação subjetiva da avaliação biopsicossocial.
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