
O advogado defende a criação de limite legal para descontos em conta, visando proteger a dignidade da pessoa humana frente à ausência de acordos bancários e à jurisprudência atual que permite o comprometimento integral da renda.
O Advogado defende o combate ao superendividamento dos servidores públicos, fundamentando-se no mínimo existencial, na dignidade da pessoa humana e no crédito responsável. Argumenta pela necessidade de revisão das taxas de juros e do spread bancário em empréstimos consignados, considerando a segurança do desconto em folha e os parâmetros de custo de captação definidos pelo STJ e pelo Conselho Monetário Nacional.
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