
O Professor, Historiador e escritor destaca a formação humanista e diplomática de Leopoldina, enfatizando que ela foi batizada como "Mãe do Brasil" pelo próprio povo devido à sua atenção, caridade e proximidade com todas as classes sociais. Ele refuta a ideia de uma figura frágil, descrevendo-a como uma mulher forte, intelectual e estrategista, cujo impacto emocional foi tão profundo que gerou um luto coletivo nacional inédito após sua morte.
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