
A Deputada apresentou projeto de lei para proibir supersalários e penduricalhos no Comitê Gestor da Reforma Tributária, denunciando a medida como um aumento excessivo de gastos e criticando a eficácia da reforma na simplificação e redução de impostos.
A Deputada manifesta indignação diante da notícia de estupro seguido de morte de uma bebê de 10 meses no Ceará. Ela critica a falta de legislação que torne o estupro contra vulneráveis, especialmente menores de 12 anos, um crime imprescritível. Defende a necessidade de aprovar um projeto de emenda à Constituição para endurecer as penas, afirmando não acreditar na ressocialização de criminosos que cometem atos dessa natureza contra crianças.
A Deputada questiona a continuidade de um consenso.
A Deputada manifesta oposição a uma medida, negando sua viabilidade e expressando discordância enfática.
A Deputada solicitou o adiamento da votação do projeto de lei que estabelece o marco regulatório para a instalação de câmeras de reconhecimento facial em espaços públicos, após articulação com o relator da matéria.
A Deputada discute a tramitação de requerimentos de urgência para projetos de lei na pauta legislativa.
A Deputada critica a aplicação seletiva de normas regimentais no plenário, questionando a proibição de uso de placas e confrontando colegas sobre temas políticos e ideológicos.
A Deputada critica ações que considera atos de censura e misoginia contra o seu mandato.
A Deputada critica o projeto de lei de combate à misoginia, classificando-o como uma ferramenta de censura ideológica e proteção de gastos do governo, enquanto defende políticas voltadas à segurança pública e à proteção das mulheres contra a criminalidade.
A Deputada critica o projeto de lei sobre misoginia, argumentando que ele cria conceitos vagos, ameaça a liberdade de expressão e religiosa, e gera insegurança jurídica. Afirma que já existem leis suficientes para punir a violência contra a mulher e alerta para o risco de perseguição política e censura sob o pretexto de proteção.
A Deputada manifestou apoio à urgência de um projeto relacionado à moradia em Santa Catarina. Crítica à demarcação excessiva de áreas de proteção ambiental que prejudica famílias que possuem títulos de propriedade na região. Destaca o empenho em levar ao Plenário discussões sobre a terra indígena Morro dos Cavalos e a APA da Baleia Franca, defendendo a necessidade de resolver a situação dessas famílias com celeridade.
A Deputada posiciona-se contrária ao requerimento de urgência de um projeto de lei que, segundo ela, visa censurar a questão religiosa. Argumenta que essa pauta não representa o conjunto das mulheres brasileiras e defende que medidas eficazes de segurança pública, como a manutenção de criminosos na prisão e a instalação de uma comissão especial para tratar da redução da maioridade penal, são as verdadeiras prioridades para o país.
A Deputada manifesta a orientação contrária à urgência de um projeto de lei, argumentando que o tema ainda não está maduro e apresenta divergências. Defende que a proteção efetiva às mulheres deve ser garantida por meio da prisão de criminosos.
A Deputada critica a votação do PL da Misoginia na Câmara, argumentando que a proposta contém termos vagos que podem permitir perseguição religiosa e política. Defende que a pauta prioritária para as mulheres seria a redução da maioridade penal e o encarceramento de criminosos, questionando a definição de "condição de mulher" contida no texto do projeto.
A Deputada critica a incoerência de parlamentares de esquerda que, após viabilizarem a regulamentação das apostas esportivas (bets) pelo Governo Federal com o objetivo de arrecadar recursos, agora se posicionam contrários ao tema em pleno ano eleitoral. A oradora destaca que tais parlamentares não compareceram à votação do projeto na Câmara, enquanto o PT votou a favor, e reforça que ela e o Deputado Sargento Fahur mantiveram um posicionamento contrário à medida desde o início.
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