
O Diretor Executivo - Instituto Livre Mercado defende a desburocratização das remessas expressas e a redução de custos para pequenos negócios e importações, destacando a importância da logística para o setor de saúde e medicamentos raros. Critica o excesso de regulação, a falta de segurança jurídica e a complexidade tributária, defendendo a neutralidade do Estado e a presunção de boa-fé nas relações comerciais.
O Diretor Executivo - Instituto Livre Mercado defende a desburocratização do licenciamento ambiental para dragagens emergenciais e de manutenção em portos e hidrovias, visando evitar gargalos logísticos e prejuízos ao escoamento de mercadorias.
O Diretor Executivo - Instituto Livre Mercado elogia a pujança, a abertura econômica e a visão de mercado do Espírito Santo.
O Diretor Executivo - Instituto Livre Mercado defende o uso responsável do dinheiro dos pagadores de impostos e critica a restrição à participação de grandes empresas em leilões portuários, argumentando que a verticalização não causa concentração de mercado, conforme evidenciado por experiências internacionais e dados técnicos.
O Diretor Executivo - Instituto Livre Mercado defende a realização de leilões portuários em fase única para maximizar a concorrência, atrair investimentos externos e garantir segurança jurídica. Critica o modelo de dupla fase proposto pelo TCU por considerá-lo uma reserva de mercado que prejudica a logística nacional, reduz a eficiência, afasta investidores e ignora a realidade da verticalização global do setor.
O Diretor Executivo - Instituto Livre Mercado critica a proibição do uso de IA em projetos de lei, apontando que a medida ignora a ubiquidade da tecnologia e retrocede ao impedir o progresso computacional.
O Diretor Executivo - Instituto Livre Mercado defende a importância da teoria econômica clássica, destacando que os preços e a publicidade são mecanismos essenciais para viabilizar serviços gratuitos e a eficiência na gestão de recursos e infraestrutura.
O Diretor Executivo - Instituto Livre Mercado defende que a liberdade de preços, a concorrência e a abertura de mercado são essenciais para beneficiar o consumidor. Critica a regulação estatal e o tabelamento, argumentando que prejudicam a eficiência e impedem a redução de custos, defendendo a autonomia do consumidor como o verdadeiro definidor de preços.
O Diretor Executivo - Instituto Livre Mercado defende que o consumidor determina o sucesso das empresas e que a livre concorrência, regida pela lei da oferta e demanda, é a melhor proteção ao mercado. Critica intervenções estatais, como regulações aéreas, alegando que ignoram a relação de causa e efeito e a essencialidade dos preços como sinalizadores econômicos.
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