
O Professor da Sorbonne alerta que regimes populistas promovem uma erosão interna e silenciosa das constituições para se perpetuarem no poder. Destaca a ambivalência do setor econômico, que frequentemente beneficia esses regimes, e critica a visão nacionalista frente a problemas globais. Defende que a democracia liberal precisa de soluções concretas e preventivas para reconectar-se com a população e resistir à degradação institucional.
O Professor da Sorbonne analisa como regimes populistas promovem a erosão constitucional ao manter aparências democráticas para, na prática, capturar instituições, neutralizar contrapoderes e substituir a democracia liberal por um projeto autocrático e identitário de longo prazo.
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