COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA
Sobre o Evento
Oitiva de testemunha na Comissão de Constituição e Justiça, com participação de diversos deputados.
Deputado
Relator, importantíssima essa reunião, para a gente passar limpo, esclarecer para todo o Brasil verdadeiramente o que está acontecendo e a verdadeira perseguição que foi feita a Carla Azambele e a todos nós. Eu queria que, Taglia Ferro, pedir a você que prestasse bem atenção a essas perguntas, que elas têm um objetivo. Está certo? Para o relatório e para que fique exatamente registrado. São perguntas até simples, mas que precisam ter uma resposta exata. Exata. Senhor Taglaferro, relatórios de inteligência do TSE começam com a expressão de ordem do gabinete da presidência. De ordem do gabinete da presidência. O senhor confirma que essas análises não partiam de avaliação técnica sua, mas determinação direta do ministro Alexandre de Moraes? Foi você ou foi Alexandre de Moraes? De ordem do gabinete, da presidência. Segunda pergunta. Mensagens internas mostram frases como coloquei no relatório que o ministro disse e o ministro pediu para verificar as redes dos deputados bolsonaristas. Quem dava essas ordens? Quem dava essas ordens? Eram ordens pessoais do ministro Alexandre de Moraes? Terceira pergunta. Por que a deputada Carla Zambelli aparece nominalmente em diversos relatórios e comunicações internas como alvo, preste atenção, alvo prioritário de bloqueios e monitoramentos? O senhor confirma que esse foco seletivo foi determinado pelo ministro? Quarta pergunta. Houve algum momento em que o senhor ou sua equipe tiveram autonomia? para decidir sobre alvos e medidas. Ou, tudo dependia do despacho e orientação direta do ministro. Em outras palavras, o senhor confirma que Alexandre de Moraes era o ordenador da força-tarefa? O Brasil precisa saber. Alexandre de Moraes era o ordenador da força-tarefa? Quinta pergunta. Quando se fala em elaborar relatórios, e aí vem entre aspas, como de praxe, relatórios, como de praxe, ou com base que o ministro disse, isso significa atender a uma rotina de ordens pessoais de Moraes, o senhor confirma que a presidência do TSE funcionava como comando central dessa perseguição? A presidência do TSE. funcionava como comando central dessa perseguição de Carla Zambelli e de todos os outros, mas o foco hoje é Carla Zambelli. 6. Os documentos sobre Carla Zambelli já se falava em crimes e tumulto antes mesmo de investigação formal? O senhor confirma que havia orientação prévia do ministro para enquadrar a deputada... e sustentar medidas contra ela? Por último, se essas ordens não eram técnicas, mas diretas do ministro, o senhor reconhece que o processo contra Carla Zambelli está maculado desde a origem, pois nasceu de perseguição política, ordenada por Alexandre de Moraes? Muito obrigado, presidente.




