CENTRO DE ESTUDOS E DEBATES ESTRATÉGICOS
Sobre o Evento
O evento debateu o Plano Nacional de Juventude, enfatizando que a saúde mental é indissociável de questões socioeconômicas, estruturais e territoriais. Especialistas e parlamentares destacaram a influência do racismo, do patriarcado e da precarização na vulnerabilidade de jovens negros, indígenas e quilombolas, defendendo políticas públicas interseccionais que integrem saberes ancestrais, garantam direitos territoriais e combatam desigualdades históricas.
Professora de Psicologia Clínica - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio
Agradecer de verdade, de coração, por esse convite, foi uma honra para mim. e também a todos os participantes de todos os que fizeram perguntas porque eu aprendi É assim que eu vejo esses encontros, uma ocasião de que a gente pode contribuir, mas aprende muito. Então, eu queria agradecer a aprendizagem de hoje. E gostaria também de interpelar cada um, todos nós, para que a gente possa realmente empreender ações. Sim. para a juventude. para melhorar esse quadro realmente. O quadro não se instalou hoje. O mundo também já... muito violento, porque essas forças estão se envolvendo, em reação a tomar retomada ou tomada de direitos mas a gente não não pode continuar a ser um dos lugares que mais se mata. no mundo, um dos que mais matam ativistas ambientais que mais mata mulheres, que mais mata jornalistas quando eles estão empenhados em denunciar esses fatos é população LGBTQIA+. que mais mata. Não é possível. Isso não é possível mais. Não é possível que sejamos um país mestiço, basta olhar para nós e sejam tão substancialmente racistas. Não é possível que um país... que não sobreviveria. Sim, a força de trabalho das mulheres esteja empreendendo tantas ações de violência contra as mulheres. Não é possível. Então, assim, é que a gente não se anestesie. para a gente não pare de pensar. em novas soluções criativas e que elas tenham a participação popular, que elas tenham, elas se façam testes de realidade, que elas considerem a vida concreta, E muito dura. que a maioria do povo vive, e que se já avançamos é preciso reconhecer esses avanços com alegria apoiar esses avanços e não retroceder, porque recentemente vimos o preço do retrocesso. Obrigada e um abraço a vocês todos. Professora Maria.




