CENTRO DE ESTUDOS E DEBATES ESTRATÉGICOS
Sobre o Evento
O evento debateu o Plano Nacional de Juventude, enfatizando que a saúde mental é indissociável de questões socioeconômicas, estruturais e territoriais. Especialistas e parlamentares destacaram a influência do racismo, do patriarcado e da precarização na vulnerabilidade de jovens negros, indígenas e quilombolas, defendendo políticas públicas interseccionais que integrem saberes ancestrais, garantam direitos territoriais e combatam desigualdades históricas.
Professora de Psicologia - Universidade Federal do sul da Bahia - UFSB
Eu gostaria de agradecer essa casa, ao CEDES, por nos... como me receber agradecer ao debate que que desenvolvemos hoje, a produção do Ricardo, da Dandara. E as trocas que a gente pôde fazer, o tanto que eu aprendi, é uma honra poder participar desse momento, uma honra... participar dessa mesa, né, E eu acho que é necessário que a gente siga avançando essas discussões das políticas públicas, pensadas a partir do chão dos territórios, que sejam formuladas a partir da vida das pessoas que estejam aqui, a juventude esteja aqui no centro, fazendo essas proposições, então eu saldo muito a presença do Caio, do Ítalo, né? que fazem que fizeram suas considerações, né, trouxeram sua realidade, né, a diversidade dessas realidades, né? e que a gente siga aprimorando os debates em direção à educação, e a políticas públicas de saúde, de assistência social, comprometidas com a luta antirracista, com a luta anti-LGBT fóbica, pela vida das mulheres, e da luta pela autodeterminação e defesa dos territórios, sobretudo dos territórios ancestrais. que seguem nos ensinando tanto sobre cuidado coletivo sobre antirracismo, sobre outras formas de pensar saúde, de pensar projetos de mundo e de sociedade. É isso, muito obrigada. Obrigado.




