COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, MINORIAS E IGUALDADE RACIAL

14 abr. 2026 17:11 às 18:59

Sobre o Evento

A Comissão de Direitos Humanos debateu a incorporação do medicamento lenacapavir ao SUS como estratégia de prevenção ao HIV. Parlamentares, representantes do Ministério da Saúde e movimentos sociais discutiram a democratização do acesso a tecnologias de ponta, criticando o impacto das patentes e a desigualdade socioeconômica no tratamento da doença.

Status
Concluído
ID: 81527Total: 34 discursos

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#18
Transcrição automática

Bom, boa tarde a todas as pessoas. Agradecer à deputada por puxar essa pauta, é uma pauta prioritária para nós do movimento social. Eu sou o Rodrigo Pinheiro, sou do FOASP e também pertenço à Naitis. Eu quero começar sobre a Conitec, concordando com a deputada e discordando do Draugio sobre a questão da participação, justamente por uma questão que você falou de preço e que o Arthur também falou do preço se mede. O preço se mede, ele é dominado pela indústria farmacêutica. possa de preço para poder ser apresentado, inclusive discutido dentro da Conitec. Isso precisa ser mudado. Se a gente vai trabalhar com a questão do preço se mede, junto com a Conitec, já haviam preços altíssimos apresentados pela indústria farmacêutica, a gente não vai avançar. Então, acho que a gente precisa estruturar essa questão de apresentar. Eu acho que o GTPI é um parceiro fundamental que pode alguns medicamentos, e acho que na grande maioria, de fazer uma contraposição em relação a isso. da CIMED também, de poder apresentar e fazer essa contraproposta. A gente precisa avançar nisso, nessa primeira questão. A segunda questão, a gente está na véspera de uma conferência internacional de AIDS, acontecendo aqui no Brasil, e a gente vem cobrar uma posição do governo brasileiro. A sociedade civil tem feito sua parte, e isso tem feito não só aqui no Brasil, mas mundialmente, que essa questão da resposta de um preço mais baixo do Renan Capavir é mundial. Vai ter uma resposta da sociedade civil cobrando um preço mais baixo, mas eu acho que o governo brasileiro precisa apresentar sua proposta. para falar, esperando a questão do preço, essas outras questões. Eu não vejo o licenciamento compulsório como uma proposta negativa, mesmo no momento de eleição, eu acho que é uma resposta, tanto nacional pelo acesso à sustentabilidade, e de você dar oportunidade à pessoa acessar o medicamento, como uma resposta mundial, porque o mundo não está acessando o reino da Capavir. Eu acho que o Brasil tem esse compromisso pela conferência, de ser aqui no Brasil e de dar essa resposta. Então, eu queria colocar essa questão aqui junto para o Ministério da Saúde, do governo nas vésperas da Conferência Internacional de AIDS. Muito obrigado

14 de abr, 18:35