COMISSÃO ESPECIAL DA POLÍTICA NACIONAL PARA PESSOAS COM AUTISMO (PL 3080/20)
Sobre o Evento
A comissão especial debateu estratégias para a inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras deficiências no mercado de trabalho. O foco central foi o fortalecimento do modelo de emprego apoiado, a qualificação profissional e a importância de parcerias entre o poder público, o setor privado e instituições especializadas.
Mostrando 1 fala de Mayra R. G. de Araújo S. da Costa neste evento
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Olá a todos, meu nome é Mayra, meu nome é grande. Mayra Rosana Gama de Araújo Silva da Costa, moro em Limeira, São Paulo. Não sou de lá, o sotaque já deixa, sou alagoana de nascimento, mas estou em Limeira há quase 30 anos, já fui vereadora por dois mandatos, tenho essa atuação política muito grande na minha cidade, tanto na questão da saúde quanto no social. a gente estive aqui fazendo visita ontem e hoje, e sabendo da luta da deputada Maria Rosas, desse grande assunto hoje, dessa área da saúde, que tanto a gente vem falando na questão do autismo. A gente tem convivido, eu não faço a parte de pediatria, faço a parte de urologia clínica, mas de adolescência para mais, não faço mais a parte de neuropediatria, mas a gente acaba atendendo os adolescentes, outras doenças neurológicas que têm a questão dessa grande dificuldade na inclusão do mercado de trabalho, outras doenças, não só na questão do autismo, a gente entende toda essa dificuldade na inclusão. E com tudo isso, na questão do autismo, acho que hoje a grande dificuldade que eu me deparo bastante são com as mães atípicas, porque elas entram, além de elas terem que cuidar, do filho, da conta, de toda demanda que aquela criança, mesmo aquele adolescente, seja o portador, que tem o TEA, ela como mãe, todas as dificuldades sociais, todas as vulnerabilidades. Muitas vezes essa mãe é abandonada, muitas vezes essa mãe tem que deixar de trabalhar, e essa mãe também não é acolhida. severidade da sua doença, dele como a gente tentar ajudá-lo a entrar nesse mercado de trabalho, dele ser acolhido, e quando não tiver essa possibilidade, o que fazermos para a gente acolher essa mãe, acolher essa família? Isso é um papel social muito importante para a gente ter esse olhar, que eu digo que cada vez mais essa questão do autismo e todas as doenças, outras doenças raras, outras doenças, vou chamar assim, incapacitantes, com deficiências e tudo mais, a gente cada vez mais está se deparando e cada vez mais a gente está vendo as dificuldades. Muito obrigada.




