CÂMARA DOS DEPUTADOS - OUTROS EVENTOS
Sobre o Evento
O evento reuniu pesquisadores e parlamentares para discutir a interseccionalidade, os direitos humanos e os desafios da inclusão digital no acesso a serviços públicos. As apresentações focaram na eficácia da comunicação institucional e nas barreiras tecnológicas enfrentadas por grupos vulneráveis, como pacientes oncológicos.
O representante da SPM comunica o início do segundo dia de trabalhos do Grupo de Trabalho sobre Direitos Humanos, Inclusão e Interseccionalidades e define a dinâmica de apresentação dos trabalhos.
UFRPE
A UFRPE orienta sobre os procedimentos, horários e dinâmicas das apresentações durante o evento.
Mestra em Comunicação pela UFPE
Mestra em Comunicação pela UFPE apresenta estudo acadêmico sobre a adaptação da comunicação pública brasileira às redes sociais digitais, analisando o uso de estratégias promocionais e linguísticas para a disseminação de informações de interesse público sobre direitos humanos.
O parlamentar organiza o cronograma de apresentações, confirmando a presença de palestrantes e definindo a ordem dos expositores sobre direitos sociais e saúde digital.
Palestrante
A palestrante analisa os entraves da inclusão digital no acesso a direitos sociais por pacientes oncológicos no Distrito Federal, destacando a fragilidade da infraestrutura tecnológica, a falta de letramento digital e a precariedade dos sistemas de saúde, que ampliam a exclusão de grupos vulneráveis.
O parlamentar organiza a sequência das apresentações dos trabalhos acadêmicos no congresso, informando a ausência de uma participante e convocando a próxima oradora.
Palestrante
A palestrante apresenta a experiência da TV UFG com o Laboratório de Tradução Audiovisual Acessível (LabTave), destacando o uso de formato bilíngue e a inclusão de pessoas surdas em todas as etapas da produção jornalística para garantir maior acessibilidade e cidadania.
A ESPM introduz a apresentação final do bloco sobre produção de conteúdo em Libras na TV UFG antes de iniciar o debate com os participantes.
Palestrante
A palestrante descreve um projeto de extensão universitária que promove a acessibilidade na produção de conteúdo audiovisual em uma emissora educativa, integrando estudantes de jornalismo e de Libras.
Palestrante
A palestrante detalha o processo de tradução e legendagem de conteúdos em Libras para promover acessibilidade, citando como exemplo a produção de uma série informativa sobre a legislação eleitoral para as eleições de 2024.
Palestrante
A palestrante detalha os desafios técnicos e metodológicos da produção de reportagens televisivas adaptadas em Libras, enfatizando a necessidade de ajustes na narrativa e na estrutura visual para garantir a acessibilidade do público surdo.
Palestrante
A palestrante descreve a estrutura e as adaptações necessárias em reportagens televisivas para a utilização da Língua Brasileira de Sinais, discutindo o protagonismo do repórter e o enquadramento adequado para a sinalização.
UFRPE
O representante da UFRPE coordena a dinâmica de perguntas e respostas de uma sessão, solicitando objetividade aos participantes para otimizar o tempo disponível.
Participante
O participante elogia trabalhos sobre direitos humanos, acessibilidade em Libras e saúde pública, e questiona sobre laicidade no serviço público e a inclusão de comunicadores bilíngues na mídia.
UFRPE
O orador inicia sua fala cumprimentando os presentes e se prepara para realizar sua intervenção.
Participante
A participante questiona as palestrantes sobre a replicabilidade do modelo do programa apresentado e se houve transferência de expertise para outros órgãos ou estados.
Participante
A participante questiona sobre os riscos de simplificação excessiva de conteúdos em redes sociais e indaga sobre estratégias para combater a violação de direitos humanos e a perseguição a minorias nesses espaços digitais.
Palestrante
O parlamentar questiona se a equipe técnica responsável pela produção de conteúdos tem recebido treinamento em linguagem simples para melhor comunicar aspectos técnicos.
UFRPE
A representante da UFRPE agradece pelos comentários feitos sobre a sua fala.
Palestrante
A palestrante detalha o processo de capacitação de sua equipe televisiva em acessibilidade, incluindo Libras e audiodescrição, e defende a presença de jornalistas bilíngues nas emissoras públicas, destacando os desafios financeiros e estruturais para a implementação dessas tecnologias.
Palestrante
A palestrante discute a aplicação da linguagem simples e da Língua Brasileira de Sinais (Libras) no jornalismo universitário, destacando desafios pedagógicos, a necessidade de adaptação técnica para acessibilidade e a importância da inclusão de estudantes surdos na área.
Palestrante
A palestrante discorre sobre a atuação de consultoras surdas que realizam trabalhos de interpretação de Libras, destacando a importância da formação oferecida e da utilização de uma estrutura de linguagem adequada à comunidade surda.
Palestrante
A palestrante explica, sob uma perspectiva leiga, o processo de tradução entre o português e a Libras, detalhando o conceito de glosa como ferramenta para adequar a estrutura linguística às especificidades da sinalização.
Mestra em Comunicação pela UFPE
A Mestra em Comunicação pela UFPE discute a análise de postagens sobre direitos humanos, racismo religioso e tolerância, abordando as características dos gêneros discursivos em plataformas digitais e a proposta de elaboração de um manual educativo.
UFRPE
O orador da UFRPE encerra o primeiro bloco de apresentações e solicita um breve intervalo, convidando os participantes do bloco seguinte para os preparativos técnicos.
UFRPE
A UFRPE coordena a transição para o segundo bloco de apresentações, estabelecendo o tempo limite de quinze minutos para os expositores e anunciando o início do debate sobre nacionalismo cristão e direitos humanos.
O ESPM anuncia a apresentação do trabalho acadêmico de Angélica Peixoto de Paiva Freitas, intitulado Comunicação Pública, Interseccionalidade, Direitos Humanos, Aproximações e Desafios na Era da Desinformação.
Palestrante
A palestrante apresenta pesquisa sobre a Política Nacional de Linguagem Simples, defendendo que a comunicação pública deve ser humanizada, acessível e garantir o direito à informação, à compreensão e à comunicação para fortalecer a cidadania e os direitos fundamentais.
A ESPM encerra uma rodada de apresentações e convida o próximo palestrante para expor seu trabalho sobre direitos humanos, subjetividades trans e saúde mental no jornalismo.
Palestrante
O Palestrante apresenta pesquisa sobre a relação entre jornalismo, saúde mental e os impactos da transfobia enfrentada por profissionais trans no Brasil durante a era Bolsonaro, utilizando a psicanálise para analisar o sofrimento e a vulnerabilidade desses jornalistas.
O orador convida participantes para a mesa de debate, estabelece a duração da sessão e organiza a dinâmica de perguntas do público.
Palestrante
A palestrante discute a fragilidade dos direitos humanos e sociais diante da violência, do preconceito, da transfobia e da influência de vertentes religiosas conservadoras, questionando o papel das redes sociais na disseminação de informações e no comportamento da sociedade e de profissionais frente à legislação vigente.
O parlamentar parabeniza os envolvidos pelo trabalho apresentado.
Participante
A participante questiona sobre a existência de divergências ou nuances entre grupos cristãos em relação à adesão à fé como um projeto político.
Participante
O participante elogia pesquisa sobre religiosidade e questiona como a ciência e a comunicação pública podem atuar para reduzir a polarização social e religiosa, defendendo a laicidade e a união entre os cidadãos.
O ESPM questiona a realização de cultos religiosos em espaços de instituições laicas e recomenda um programa sobre transição de gênero produzido por uma professora de rádio e TV.
Palestrante
O palestrante discute as contradições morais da sociedade brasileira em relação a questões de gênero e sexualidade, defendendo a ocupação de espaços políticos e o debate contínuo como forma de resistência ao conservadorismo e à extrema-direita.
Palestrante
A palestrante defende que a defesa da dignidade humana e do interesse público é uma construção contínua, exigindo a ocupação de todos os espaços sociais e políticos para a consolidação de direitos, independentemente da existência prévia de legislação.
Palestrante
O palestrante discute a influência das redes sociais na formação de hegemonias e contra-hegemonias, a nostalgia por valores tradicionais frente à pluralidade de vozes, e as gradações ideológicas dentro de movimentos religiosos e do ambiente acadêmico.
O orador agradece a presença dos participantes no grupo de trabalho sobre direitos humanos, diversidade e interseccionalidades, destacando a relevância dos debates realizados apesar das restrições de tempo.
UFRPE
A representante da UFRPE discursa sobre a importância da comunicação pública e a necessidade de coragem para implementar novas ideias e princípios no cotidiano profissional, encerrando as atividades do GT2.




