
O Deputado celebra o reconhecimento do hip-hop como manifestação cultural nacional, destacando a necessidade de o Estado substituir a criminalização pela valorização e fomento dessas expressões artísticas periféricas.
O deputado critica a permanência da escala de trabalho 6x1, defende sua extinção em prol da dignidade dos trabalhadores e pressiona o Senado pela votação da PEC que encerra essa modalidade laboral.
O Deputado questiona a ética e a legalidade da construção do patrimônio bilionário de Edir Macedo, destacando denúncias envolvendo o Banco Digimais, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e a transformação da Igreja Universal em um conglomerado empresarial com práticas questionáveis. Além disso, o parlamentar manifesta solidariedade à deputada Renata Souza, repudiando pedidos de cassação que considera perseguição política contra sua atuação em defesa das mulheres e contra o feminicídio no estado do Rio de Janeiro.
O Deputado comunica o protocolo de um pedido ao Supremo Tribunal Federal para que o Senador Flávio Bolsonaro seja incluído no inquérito nº 4.995, que já investiga Eduardo Bolsonaro por atividades contra o Brasil nos Estados Unidos. O parlamentar critica uma viagem do Senador aos EUA, onde se reuniu com Donald Trump, associando esse evento a ameaças comerciais de sobretaxa a produtos brasileiros e críticas ao PIX. O Deputado classifica as ações como traição à pátria e exige investigação sobre as pautas do encontro, sugerindo que o objetivo era desviar a atenção de denúncias envolvendo o Banco Master e beneficiar interesses do grupo político.
O Deputado critica duramente o comportamento de outro parlamentar, acusando-o de proferir falas desrespeitosas, utilizar ataques pessoais em vez de argumentos e distorcer fatos. O parlamentar reafirma sua postura de debater ideias com integridade, sem recorrer ao ódio ou a práticas que considera rebaixadas, defendendo sua fé cristã e questionando a conduta ética do colega de parlamento em relação a temas como crime organizado e convivência democrática.
O Deputado refuta ataques pessoais e ofensas à sua fé, esclarecendo que sua fala anterior focou na relação histórica entre a família Bolsonaro e as milícias no Rio de Janeiro. Ele reafirma a importância de combater o crime organizado, nega defesa a criminosos e ressalta que não dirigiu ofensas a outros parlamentares.
O deputado realiza um breve agradecimento em italiano.
O Deputado refuta uma declaração feita por outro parlamentar, classificando-a como falsa, e questiona o encerramento de sua fala.
O deputado discursa sobre a necessidade de um enfrentamento inteligente ao crime organizado e às milícias no Brasil. Ele questiona a eficácia de classificar facções criminosas como terroristas, sugerindo que tal medida, defendida por membros da oposição, serviria mais para fragilizar a soberania nacional e abrir caminho para interferência estrangeira do que para resolver o problema da violência. O parlamentar critica o histórico de proximidade de membros da família Bolsonaro com milicianos no Rio de Janeiro e aponta contradições na postura do ex-presidente sobre o tema durante seu governo, relacionando essas discussões a tentativas de desvio de foco de denúncias de corrupção.
O Deputado defende a aprovação do Projeto de Lei nº 6.697/2025, que visa combater a violência contra a mulher praticada no ambiente digital, como perseguição eletrônica e invasão de dispositivos. A proposta propõe a integração à Lei Maria da Penha, utilizando ferramentas tecnológicas de detecção e protocolos de risco para fortalecer a rede de proteção e a segurança jurídica das vítimas.
O Deputado denuncia a violência policial sistemática em favelas, criticando a criminalização da população negra e pobre sob o pretexto de combater o crime, e destaca a necessidade de políticas de reparação, formação e o combate ao racismo estrutural na segurança pública.
O Deputado questiona a Presidenta sobre o momento regimental adequado para a liderança realizar sua manifestação após a discussão.
O Deputado critica a proposta de redução da maioridade penal, argumentando que a medida é ineficaz para combater a criminalidade e reflete preconceitos contra jovens pobres e negros. Defende que o medo não deve fundamentar políticas públicas de segurança e aponta que o sistema socioeducativo apresenta melhores índices de ressocialização que o prisional.
O Deputado discute suposta relação ilícita entre parlamentares, integrantes do bolsonarismo e o Banco Master, apontando indícios de corrupção, lavagem de dinheiro e uso de recursos públicos para fins privados.
O deputado solicita tempo de liderança para realizar um pronunciamento.
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