
O Delegado da PCERJ afirmou sua inocência desde 24 de março, mencionou que apenas indicou um delegado e pediu reflexão sobre sua conduta, valorizando a justiça e agradecendo ao Congresso Nacional.
O Delegado da PCERJ destacou que nunca planejou homicídios, não teve interferência nas investigações e nunca esteve em contato com figuras ligadas a milícias. Ele reforçou que a lógica de suas ações e a estrutura da polícia impediriam tal envolvimento. Além disso, questionou a veracidade de acusações feitas por um delator.
O Delegado da PCERJ comentou sobre investigações relacionadas a Roni Lessa, indicou outro inquérito para apurar mandantes, enfatizou sua inocência em relação às acusações, mencionou sua indignação pelo tratamento recebido e reconheceu a existência e influência política das milícias, além de relatar sua experiência com a organização criminosa durante investigações de homicídios.
O depoente expressa sua indignação sobre a injustiça de seu indiciamento e prisão, afirmando que não cometeu o crime pelo qual é acusado. Ele solicita gravação de seu depoimento, acredita que a investigação tem imprudências e aponta que outras linhas de investigação não foram abordadas. Defende que sua relação com Marielle era de colaboração e que não tem relação com os irmãos Brasão. Critica a falta de apuração de outras evidências e menciona que sua esposa teve aumento de patrimônio, mas defende sua inocência em relação às acusações.
O Delegado da PCERJ afirma nunca ter tido contato com os Signão de Brasão.
O depoente, ex-chefe da polícia, afirma que a milícia foi responsável pela morte de Marielle Franco e Anderson. Ele negou qualquer relação com os irmãos Brasão, mencionou a condução da investigação pelo delegado Jiniton Lage, e defendeu sua escolha para o cargo devido à experiência do delegado. Relatou que todos foram investigados, mas não encontrou evidências diretas ligando os Brasão ao crime. Diante das acusações e sua prisão, buscou esclarecer sua posição e sua contribuição na investigação, ressaltando a falta de vínculos com os irmãos.
Delegado da PCERJ agradeceu a oportunidade de se defender no Congresso Nacional. Com 20 anos de experiência na Polícia Civil, destacou sua trajetória, incluindo a chefia da Delegacia de Homicídios e combate às milícias, que classificou como um "câncer" no Rio de Janeiro, responsável por muitas mortes.
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