
1 vez a oportunidade de estar aqui, pra poder falar né trazer aqui os anseios da categoria né? Não só da categoria né mas da entidade secretaria e da escrita federal que é órgão importante para o estado brasileiro. Queria solicitar aqui no na questão do que o colegas falaram de 1 carreira que já foi contemplada, mas eu gostaria de me posicionar com ele se realmente foi, se ficou alguma brecha, que a lei possa consertar que são os colegas que eram da secretaria da receita previdenciária, os analistas de seguro social que trabalhava na área de arrecadação e foram para o Ministério da Fazenda e por muita luta, muita coisa na justiça. Então se alguma tiver coisa que é pendente, nessa parte gostaria de depois mais tarde pro senhor encaminhar. Algo que realmente resolvesse tem alguma coisa pendente judicialmente mas que a lei resolver isso com tudo e pedir mais 1 vez né a importância que tem a o quadro a estrutura da receita para o Brasil crescer. Não podemos mais ficar ah acho que é 1 bombarelógio que está armada do do estado e que está sobrevivendo com recursos do sistema financeiro, ao a medida que não se consegue arrecadar, emite título, a gente precisa resgatar isso, se todo mundo pagar, todo mundo vai pagar pouquinho. O que acontece hoje é que muitos não pagam e aí acaba realmente sobrando para a população mais pobre. E as políticas públicas ficam ameaçada por isso. A gente vê agora 1 lei, BPC que querem mudar pra poder não dar, é salário mínimo que se dá pra aquela pessoa, aquela família está vulnerável. A isso é que está afundando o país? É isso que está prejudicando essa despesa? Então vamos trabalhar na receita, vamos engrandecer, vamos fortalecer a receita, vamos fornecer a AGU, a PGFN pra cobrar dos seus devedores, o judiciário pra que os processos sejam mais sério. Tudo isso do estado tem que crescer. A função do do do estado de julgar do dos advogados, da receita, precisam estar fortalecida pra que aqueles que devem, que têm que contribuir paguem. O estado tem que estar forte nisso. O que a gente vê agora, né, é assombroso saber que a AGU só tem, acho que ela só tem a mão de funcionário né, que é 0 vírgula, não sei não sei que parte do corpo vocês têm lá, deve ser a mão de 1 funcionária, isso tem que ser resolvido pra que o Estado realmente possa ser Estado, foi esse acordo que foi lá atrás abriu os mãos de usar violência entregar estado para julgar o as coisas do povo né no contrato lá o social a criação do estado então agradeço mais 1 vez que está mais disposição do seu gabinete pra qualquer dúvida a AN FIPE está aqui pronto pra poder ajudar obrigado.
Obrigado deputado Paulo Guedes pela oportunidade de podermos estar aqui, nessa audiência podendo falar sobre a receita federal, sobre a reestruturação do órgão, também agradecer a todos os colegas da mesa aqui também que estão na mesma situação e os presentes e aqueles que estão nos assistindo. Nossa apresentação por favor. Bom a ANFIP é 1 entidade que está com 74 anos, ano que vem faremos 75 anos, e essa associação surgiu, dos auditores fiscais da previdência social por isso que a gente tem 1, DNA de da sobre a seguridade que nós defendemos, e também defendemos a carreira dos auditores que em 2007 nos juntamos com a Receita Federal e passamos o seu chamado receita, esse tipo de coisa né? Bom, essa PL é importante pra realmente reestruturar a receita vai daqui pra frente com a reforma tributária encarar grande desafio que é a CBS que incluiu 2 impostos e o PIS e Confins e esse corpo técnico que existe hoje é corpo necessário pra que esse desafio seja enfrentado como o colegadão falou aqui do, muitas atividades hoje o auditor ele é obrigado a fazer, que não deveria, podia ter alguém fazendo o suplica pra até aumentar essa escala de idade né do do do trabalho né? A principal fonte de financiamento das políticas públicas do estado é a tributação, mas a gente vê que ao longo do tempo, eu vou falar pouco da receita federal ela vem sendo desmontada, a gente vê essa situação interna dessa confusão de de de cargos, mas também a gente vê que os servidores e os auditores vêm diminuindo ao longo do tempo. Então em 2003 éramos 11000, hoje somos 7000 auditores. E por que isso? A gente vê que esse desmontagem da receita vem fazendo com que outras situações vão ocorrendo, nós temos a à medida que a os auditores vão diminuindo a carreira, os a quantidade de quantitativo, a gente vê renúncia fiscal crescendo, favorecendo muitas empresas impostos que não deveriam, não há, a gente vê que não ter monitoramento, a gente sai de 223000000000 de 2015, e pra esse ano foi orçado no orçamento 512000000000, pra 2025, o valor deve ser maior ainda. Ao mesmo tempo a dívida vem sendo refinanciada, a gente sai de 905000000000 em 2015 pra agora trilhão 747000000000 de 2024. Então o que que isso faz? À medida que você não consegue arrecadar, o governo se lança de lançar, não esse governo né vários governos que vêm ao longo do tempo, lançando títulos da dívida pública pra poder financiar os gastos né, assim como a gente também aperta pouquinho a gente vai lá no banco lá e faz CDC pra pagar as contas, mas a gente vê que o governo fazendo isso vai deixando de, fortalecer a sua máquina de arrecadação pra poder os tributos pagarem a gente vê a tributação indo pro, pequeno né a parcela do povo a maior parcela do povo que é mais pobre, beneficiando aqueles que podem pagar mais e não estão pagando. Então a gente percebe que nesse gráfico, o a relação inversa né dessa dessa situação, os números de auditores caindo ao longo do tempo, a renúncia aumentando e o refinanciamento da dívida também aumentando. Então é importante a receita ser estruturada com esses corpo né técnico que nós temos de apoio, que estão declarados pelos colegas estão em diversas carreiras, poder juntar 1 carreira, como o colegadão falou que não haja conflito, não haja essa ciumeira, lá na frente depois queria dizer ah não, eu faço igual a ele quero ganhar igual a ele, não tem essa briga que a gente quer escapar, mas carreiras definidas dentro da receita que possam apoiar o trabalho da da auditoria e para que a possa ter 1 maior arrecadação seja crescer não crescer em função de aumentar a tributação carga não mas se toda todo mundo pagar acaba cada pagando pouco essa é a ideia né embora nossa sociedade tem gasto muito grande porque ela decidiu que ele saúde pública gratuito educação gratuita tudo isso requer custo, isso tem custo. Mas precisamos o que? Ter 1, mas se está aí na lei federal forte, estruturada, com o corpo técnico produzindo, apoiando e o número de auditores iguais tem nos países do do do mundo desenvolvido às vezes copiamos tantas coisas dos países desenvolvido e essas coisas a gente fica de fora. Então a gente pede que a SPL seja né aprovado com essas cautelas que já foram faladas aqui, mas que haja olhar aproveitando que o senhor acabou de declarar que é o representante do governo, que precisamos voltar a ter número de auditores suficientes para que realmente a arrecadação possa aumentar, não na sua carga mas que todos possam ser auditados e possam voltar a pagar e as empresas sejam fiscalizada não haja tanto sonegação como há hoje em dia. Esse é o é o né é o nosso pedido e agradecemos aqui a oportunidade que o senhor deu a AN FIPE tá? Muito obrigado. Obrigado. Obrigado doutor
A ANFIP denuncia a queda no número de auditores da Receita Federal, passando de 11 mil para 7 mil, criticando a priorização do mercado financeiro em detrimento da arrecadação. Aponta a aposentadoria de muitos auditores e a necessidade de mais profissionais para a cobrança de tributos, defendendo que o estado deve ser financiado por tributos, não por empréstimos.
A ANFIP agradece a participação no evento e destaca a importância da luta constante pelos direitos dos associados, independentemente das dificuldades. Enfatiza que nunca houve um momento favorável para conquistas junto ao governo e reforça a importância de unir esforços para evidenciar a força do grupo, que representa uma parte significativa da população envelhecida. A luta pelos direitos dos aposentados continua, pois não são inativos e estão determinados a persistir até o final.
ANFIP propõe desconto gradual de 10% nas contribuições dos aposentados por 10 anos, ressaltando o baixo impacto da medida e a necessidade de prioridades fiscais. Critica a redução de auditores da Receita Federal, defendendo que a solução deve ser a melhoria da arrecadação. Pede mudanças políticas, valoriza a participação feminina e destaca a importância do cuidado com a população.
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