
O Deputado faz um balanço de sua atuação parlamentar, destacando sua trajetória da segurança pública, a defesa de valores conservadores, a destinação de recursos para infraestrutura e segurança, e a representação do estado do Rio Grande do Norte.
O Deputado agradece ao orador que o antecedeu no uso da palavra na tribuna.
O Deputado defende o senador Flávio Bolsonaro, critica parlamentares que atacam lideranças da direita e alerta sobre os riscos da permanência do atual governo, defendendo a união da direita para combater o PT.
O Deputado reafirma seu compromisso com a classe pesqueira do Rio Grande do Norte, destacando ações de apoio às colônias de pescadores e o desenvolvimento de um projeto para combater a proliferação do peixe-leão na região.
O Deputado manifesta sua solidariedade a Gabriel Monteiro e seu pai, Roberto Monteiro, destacando a atuação de ambos. O parlamentar ressalta que Gabriel, também policial, é um exemplo para a sociedade, reconhecendo seu trabalho como influenciador e afirmando que ele é vítima de um sistema corrupto.
O Deputado critica o governo federal, acusando-o de corrupção, ligações com facções criminosas, má gestão fiscal, aumento de impostos e uso político de emendas parlamentares, enquanto defende a destinação correta de verbas para segurança pública e saúde.
O deputado manifesta voto contrário ao projeto de lei sobre misoginia, alegando risco de censura à fé cristã e perseguição a líderes religiosos. Defende o endurecimento das penas para estupradores, mencionando a castração química como medida necessária para proteção das mulheres.
O deputado critica o uso do Poder Judiciário para perseguir opositores políticos e denuncia a leniência das autoridades perante facções criminosas, ao mesmo tempo em que ironiza as tentativas de extradição de parlamentares e jornalistas brasileiros.
O Deputado discute questões técnicas relacionadas à identificação civil de cidadãos brasileiros, especificamente sobre a viabilidade do uso de nomes sociais e indumentárias indígenas em documentos oficiais, como o passaporte, para viagens internacionais. O parlamentar ressalta que a sua preocupação é com a isonomia e a segurança documental, criticando reações da extrema esquerda a questionamentos sobre esses temas.
O Deputado critica as prioridades do Poder Judiciário, alegando que a instituição persegue opositores políticos em vez de combater a violência contra policiais e cidadãos comuns, citando casos de homicídios no Rio Grande do Norte e no Ceará.
O Deputado denuncia a violência e o poder de facções criminosas no Rio Grande do Norte, citando o assassinato de um trabalhador e a decapitação de um policial, e defende uma postura de tolerância zero contra o crime organizado.
O Deputado critica a urgência da votação de projeto de lei sobre misoginia, alegando que a medida visa censurar a liberdade religiosa e perseguir cristãos, enquanto negligencia o combate real ao crime organizado e à violência contra a mulher.
O deputado manifesta apoio às forças de segurança do Rio Grande do Norte, critica a atuação de facções criminosas no Nordeste e denuncia a suposta perseguição institucional contra policiais que combatem o crime organizado.
O Deputado parabeniza as forças de segurança pública do Rio Grande do Norte, incluindo policiais militares, civis, penais, municipais, guardas municipais e bombeiros militares, pelo excelente trabalho realizado no estado. Destaca a importância da atuação desses profissionais na região do Vale do Açu, onde apreenderam armamentos de guerra com criminosos, ressaltando que, graças ao empenho diuturno desses servidores, a sociedade potiguar não se encontra em situação de caos.
O Deputado critica a atuação do Governo do PT em relação ao combate ao crime organizado, acusando-o de manter diálogos com facções e de agir de forma contraditória ao tentar combater o crime apenas em períodos eleitorais. O parlamentar menciona a situação de insegurança no Rio Grande do Norte, citando o caso de expulsões de famílias em Brejinho. Além disso, o orador critica parlamentares que se declaram cristãos, mas defendem partidos de esquerda, argumentando que a esquerda é anticristã por apoiar o aborto e a ideologia de gênero.
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