
UERJ destaca importância de detectar câncer precocemente em atenção básica, pois algumas formas podem ser escondidas por outras doenças. No Brasil, tabagismo reduziu casos de câncer de pulmão, mas ainda é mortal. UERJ propõe treinar profissionais em unidades básicas para diagnóstico precoce e utilizar telemedicina. Além disso, sugere mudanças no sistema de filas em hospitais, com mais humanismo e acompanhamento dos pacientes.
UERJ destacou a importância da capacitação na atenção básica para diagnóstico precoce de câncer, especialmente o de pulmão, que frequentemente é confundido com outras doenças. Sugere-se criar um especialista em diagnóstico na unidade básica e usar telemedicina para integração. Além disso, defende a humanização das filas de espera, com acompanhamento dos pacientes por parte da equipe de enfermagem, visando um atendimento mais atento e organizado.
UERJ reconhece grave desigualdade de acesso a tratamentos contra câncer, especialmente imunoterapia e terapias alvo. Essa situação é considerada injusta e difícil de resolver, apesar da conscientização. Judicialização vista como sinal de sofrimento, enquanto estudos clínicos podem ajudar pessoas sem recursos. UERJ defende abordagem justa dos representantes para combater o câncer.
UERJ destaca a desigualdade no acesso a tratamentos de saúde, em que pacientes com recursos financeiros recebem terapias avançadas, enquanto outros dependem de cuidados paliativos de baixa qualidade. Essa situação é vista como injusta e inaceitável, com necessidade de conscientização e ações de representantes para melhorar a realidade dos pacientes sem recursos. A judicialização é apenas a "ponta do iceberg" do sofrimento que muitos enfrentam.
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