
Se você quiser então está bom então vou continuar. Bom na análise, que fizemos, muitos investigadores muitos pesquisadores só falaram sobre as dinâmicas nas, a salas de aula. E usualmente tivemos 3 formas de gestão desse clima nas aulas. Há 1 forma Que é muito autoritária, onde, quem está ali, define tudo. E impõe isso pelo poder que tem. E os demais não devem questionar só devem seguir a ordem de quem tem autoridade. E muitas vezes, chegar a haver maltrato por exemplo de docentes por parte por exemplo de docentes contra estudantes e não se pode questionar essa autoridade e pronto. Em outro extremo que é extremo muito permissivo esse extremo permissivo tem surgido pelo extremo autoritário onde os docentes ou quem tem a liderança, acaba sendo muito amigo e muito próximo dos alunos, e criar relações mas não com, não dando estrutura para as aulas então, os alunos acham que podem fazer o que quiserem, e realmente o contexto é muito desordenado, muito desorganizado, se aprende muito pouco e não avança académicamente e termina com muitas relações negativas com situações de conflito de bullying, e ambos os extremos são muito negativos o extremo autoritário, os alunos têm muito temor e realmente, com cumprem com o avançar das escolas mas de 1 forma com mais castigo e quando não temos mais a pessoa de autoridade eles perdem o controle porque não geram essa autonomia para se autorregular. Nós sabemos que o ideal, em termos acadêmicos, de relações é criar ambiente que seja amigável, que tenha 1 relação cuidadosa, mas que ao mesmo tempo tenha limites, mas que sejam limites que não sejam impostos pela força, mas que muitas vezes se cria consenso para isso acontecer. Isso é o que nós chamamos de 1 aulas afetivas, e contextos mais restaurativos. E é isso que nós sabemos que é o ideal para gerar autonomia, e que para os alunos possam avançar não por imposição de outros, mas porque eles entendem, a necessidade disso então nós sabemos que nas escolas o que funciona melhor são aquelas, que encontrem esse ponto do meio, esse equilíbrio. E também sabemos que, o que os que estão promovendo esse estilo mais autoritário é porque têm medo desse estilo mais permissivo e quem vai pro pro estilo mais permissivo é porque têm medo do estilo autoritário, então quando há 1 terceira opção, que é ideal, é aquela que deveria ser promovida, desde a educação superior desde a formação, dos futuros docentes e é aí, que eu acredito que poderia estar toda ênfase. A outra parte que eu gostaria de dizer é que, com certeza a escola, muitas das violências que nós temos na sociedade é apenas 1 parte, e isso é refletido lá obviamente, e muitas vezes não é origem da escola, vem de fora, mas eu acho que o importante aqui é que a escola pode ter papel fundamental em mudar esses padrões na sociedade. E sabemos, que, a escola é 1 pequena sociedade onde nós podemos criar novas formas de nos relacionar, mas além disso, tem a possibilidade de se formar cidadãos que podem encontrar outras formas de gerir os seus conflitos, de responder e questionar, o machismo ou a homofobia e qualquer qualquer discriminação que haja na escola. A escola é justamente o local para gerar esse pensamento crítico leva a transformar a sociedade. E eu também gostaria de terminar, com tema que temos estudado na micro pesquisa, com essa questão de homofobia, e o que temos visto é que as nossas sociedades na sua maioria não todas, na sua maioria estão diminuindo a homofobia e estão promovendo 1 melhor relação Com a diversidade de orientação sexual E os jovens, estão tendo papel fundamental em relação a isso. Então eu gostaria anterior em relação ao papel, da liderança dos mesmos estudantes. Eu acho, que temos que, dar muito mais poder para eles, para que eles tenham a possibilidade de liderar iniciativas. 1 que que nós só trouxemos promovido. E 1 que nós temos promovida, são grupos prevenção da discriminação e prevenção do bullying dentro das escolas, e isso tem sido muito interessante porque temos incluído esses grupos e tentado vincular com esses grupos jovens estudantes que têm sido muito agressivos. E o que acontece é que quando eles têm a opção de ser líderes, em 1 causa contra a discriminação ou contra o bullying, não só eles contribuem mas eles também estão se transformando e acabam sendo, grandes líderes grandes mediadores que transformam o seu contexto contra aquilo que antigamente eles participavam nisso então, eu acho que há 1 grande esperança aí. Que será preferime de maneira
Responder às perguntas. Perdão, primeiro sobre Primeiro, em relação aos desafios e mudanças que aconteceram ao longo dos anos. Desculpem. Aumento 1 importância Sim, pra nós também houve aumento muito grande em relação às violências, através dos meios eletrônicos, através das redes sociais. Por exemplo, então por exemplo, nos nas pesquisas que temos visto, teve 1 grande diminuição, em relação ao bullying que acontece de forma presencial Insultos diretos. Insultos diretos, ou agressão física direta, mas ao mesmo tempo houve grande aumento do bullying através das redes sociais. E essa cresceu E isso cresceu especialmente durante a pandemia, e ainda não diminuiu então isso é algo que tem nos preocupado muito porque o bullying pelas redes sociais é muito mais difícil de gerir, muito mais difícil de controlar, e tem muito mais anonimato as pessoas podem agredir umas às outras sem se saber, quem é que está fazendo aquele bullying, e as pessoas através dos meios eletrônicos, são muito mais cruéis, na forma que elas agridem, como elas podem ferir umas às outras então, pode gerar 1 sensação De que não tem como estar de impunidade como se a pessoa não, pudesse escapar daquele bule, ela está sendo agredida e ela, só que é mesmo se ela sair, da escola ela continua recebendo aqueles insultos pelas redes sociais por por de forma 24 hora horas, e pode ser muito difícil de controlar. Outra mudança que tem que aconteceu, e que não é muito recente, aconteceu nos últimos 10 anos mais ou menos é aumento do tráfico de drogas ilegais, nos colégios. Tem venda, tem alunos que participam do tráfico, que têm alianças e parcerias com grupos e com gangues, então grandes narcotraficantes verificaram que havia mercado de jovens que poderiam ser consumidores, e isso infelizmente chegou nas escolas e chegou Com todo relacionado com esse crime em si com alunos que podem ser ameaçados por exemplo de morte também e que fazem parte do crime. E que participam desde desde pequenos desses grupos. E isso também mudou e, outra coisa que mudou de 1 forma positiva. Eu acredito que na Colômbia era comum pensar, que as agressões, ou que o bullying, era algo normal na vida dos jovens, e que não era tão grave, e que inclusive muitas pessoas tinham essa crença de que ah, isso podia servir para que as pessoas fossem fortes, em relação a situações difíceis que elas podem enfrentar na vida, como se fosse 1 fortalecimento de caráter para enfrentar as dificuldades da vida, e eu acho que com os trabalhos que temos feito desde o da pesquisa, e com o governo, e com grande parte com os meios da de comunicação, nós conseguimos tirar essas crenças, em relação ao bullying ser inofensivo, e temos demonstrado que isso pode ser muito grave, e eu acredito que hoje em dia se nós compararmos há 15 anos atrás, é muito difícil encontrar pessoas que digam não, isso não é tão grave, isso ajuda a formar o caráter. E eu acredito que essa visão já mudou, já há consenso, e novamente os meios de comunicação foram muito importantes para ajudar a gerar esse consenso, de que não isso não está bem, e não é não pode ser aceitável. E passando para a pergunta sobre as situações e incidentes múltiplos de de aumento de vítimas, que na e e atentados com vítimas né os massacres, pra mim tem se surpreendido bastante que na Colômbia não temos nenhuma ocorrência. No nós temos vários outros tipos de violência na Colômbia né, mas quase todas as formas de violência mas essa em particular é algo que é muito pequeno e que nunca temos visto aqui pelo menos. A única hipótese que eu tenho é que na Colômbia, tem tido grande esforço para a questão de controlar as armas, especialmente nos contextos urbanos. Então, ocorrer em outros países, o que acontece em outros países, por exemplo nos Estados Unidos onde temos 1 facilidade muito grande de conseguir 1 arma semiautomática na Colômbia assim nós podemos obter mas apenas por meios ilegais, custa muito, muito é muito difícil e tem controle muito importante das armas. E claro, há muitas armas, relacionadas à criminalidade às gangues, mas as armas que os alunos levam para as escolas não é semiautomática, não é algo que nós conseguiríamos ver com os alunos. Geralmente quem leva arma é mais por exemplo 1 faca coisa assim então Pois é que esse esses massacres que têm acontecido no Brasil não é algo que temos tido, e eu acho que, essa questão dos armamentos pode ser algo interessante. E, tem outra tinha outra pergunta relacionada ao papel da parte da legislação né? Eu li rascunho que me enviaram e que estavam sendo trabalhado pelo Brasil, e, parecia que estava muito bem construído e parecia, que tinha 1 ênfase muito forte nesses incidentes de múltiplas vítimas nessas situações de massacre. Eu sugeriria, e eu não sei se o Jonathan ou a Verônica também podem falar algo, mas vemos grande foco integral, 1 importância de não pensar em apenas tipo de violência, pensar em diferentes tipos de situações, o que me preocupou que na hora que eu li, em dos documentos é que Havia muitas situações de agressões escolares, frente às quais não se não se não há muito o que poder fazer, e é mais importante pensar naqueles tipos de agressões repetidas ou mais graves. E eu não estou de acordo com isso. Eu acredito que é importante trabalhar de forma entregar integral e promover melhor clima na sala de aula de convivência escolar, como o Jonathan já nos ensinou aqui hoje, e isso implica desenvolver habilidades para gerir as situações mais simples, e a escola tem papel muito importante em promover as competências necessárias para gerir esses conflitos cotidianos, e ao desenvolver essas capacidades para lidar com essas situações, estamos prevenindo situações situações piores, então é importante integrar que não somente se foque no mais grave, mas também que haja 1 prevenção desde a base obviamente que, temos que levar em consideração o mais grave mas também interações para o mais simples e talvez eu terminaria dizendo que novamente eu gostaria de enfatizar, o papel que as universidades têm, que estão formando o futuro que estão formando aos futuros docentes. E isso eu não vi na legislação que me enviaram, mas eu sei que as universidades têm 1 autonomia, mas desde o início é possível, mostrar que na formação dos docentes, futuros deve haver componente que pode ser chamado por exemplo, parte de convivência, parte de desenvolvimento socioemocional, para promover os desenvolvimento dos futuros estudantes, ou desenvolvimento socioemocional dos futuros docentes que estão sendo formados para serem docentes. Mas, eu acho que tem papel muito importante, e muito concreto, que com a formação dos futuros docentes, pode haver 1 mudança de de largo prazo de longo prazo, em relação ao clima de, para prevenir a violência nas escolas.
Nas tardes, não te agradeço a responder, e que será saber se a tradução está funcionando. Está assim, só taldívio aqui. Sim? Bueno. Me alegrará muito estar aqui com os e me alegrará muito poder compartilhar com os vizinhos nos seus vizinhos de Brasil e aprendizagem que nos tem ido com respeito aos temas de convivência escolar e especialmente quero focarme em la legislacion do que nos apreenderam com la lei de convivência escolar em Colômbia. É isso 1 lei que já deu há 11 anos de eu poder participar em pouco na desenho dessa lei e é poder estar desde lá cáemia, assim do segmento a como a funcionar e creio que aí alguns avanços, alguns acertos pelo também aí umas aí no reto se aí na limitações que que tinha nela lei e que me pareceria importante poder compartilhar com os e que e que podendo aprender tanto pelo positivo como o de o de de do da limitações que atendendo a lei. Então 6 como tem outros 15 minutos e rapidamente por estes 6 pontos que que para nos outros antes importantes é primeiro diferenciar nos distintos tipos de agressão, de problema de convivência, de violência, no segundo é promover e prevenir, o terceiro é atenciona as situações e segmento as situações e todos os 4 são temas que penso que em lei colombiana há estado bem atendidos. Há 2 pontos que são muito importantes e que quiçase lei no tomo no ladiu tanta relevância e pensando em em que os 3 em Brasília estarem neste momento desarrolhando 1 1 lei sobre o tema violência escolar me parece importante tomar 50 que são de estratégias e a formação. Então se quero olhar de cada destes 6 temas, primeiro é diferenciar para nos outros assim é muito importante desde a investigação, desde as estratégias práticas em escolhas e desde a política pública temer e claridade em que no todo o que tenha que ver com nas esguelas ou com violência nas esguelas es igual e deve ser maniel pela mesma maneira. Então 6 há 3 que para a Colômbia há sido muito muito importantes. O primeiro de conflitos e conflitos espontâneos que podem ser enfrentamentos, podem ser aqui me quero referir a conflitos onde não é grande balanço de poder, poder ser entre amigos, poder ser entre companheiros e às vezes incluía em agressão outras vezes no e quando os conflitos são bem manejados por ser construtivos, Quando são malmanerrados podem escalar as situações de agressão, situações de violência, pero em princípio são situações que ocorrem permanentemente em qualquer grupo social e e podem ser algo que fortalece a relação e são bem mais altos. Isso para nosso trânsito importante e saber questões muito comum e que muitas agressões em contexto escolar bienne de conflitos quotidianos. Pelo estudo distintos de ou la situaciones escolar em donde claramente há desbalanço de poder e que em tem mais poder está desequilíbrio onde temos algum tipo de mudança de poder. E é só nos preocupar muito porque é muito comum é muito comum em todos os países do mundo não é nenhum país do mundo onde Nenhum lugar no mundo consequências muito negativas para as pessoas que não vivem consequências de E para as pessoas que têm, essa questão da ansiedade ou transtornos alimentares, depressão ou coisas do tipo como o suicídio, mal, desempenho acadêmico também até a decepção escolar. Então essas são as situações mais comuns, nos nossos contextos, mas nós, nos nossos trabalhos que temos feito temos encontrado, isso deve ser feito da forma mais padrão, e também deve ser feito da forma diferente em relação ao que nós chamamos de violência escolar na Colômbia. Então, temos às vezes gangues que em se envolvem com crime, abuso sexual, armas. Então, isso para nós tem sido bastante importante dentro da legislação colombiana. Das 1000 reais ajudamos a que ele congresso diferenciar estas 3. Então temos que diferenciar essas 3, e as condutas diferentes que têm sido feitas. Prevenir és és muito importante promover antes de E temos que promover isso e prevenir isso antes que aconteça a violência, tem muito que podemos fazer para a fazer as as capacidades, os mesmo a ter ter a noção dos estudantes para que não chegue a essa situação. E dentro da lei, nós podemos ver que cada escola do colégio, cada colégio, tem que ter programa de desenvolvimento de algumas competências. Na Colômbia já trabalhamos por muitos anos, e já cumprimos 20 anos em trabalho em competência cidadã, que são competências socioemocionais e cidadãs, que as diferentes escolas devem trabalhar, na prática elas têm que fazer isso muito bem mas na na prática nem todas fazem isso muito bem, Pois é algo que a legislação ainda está criando e algumas das que, foram as melhores para essa convivência, e para a questão das próprias noções e reconhecimento das gestões de emoções, têm sido as competências socioemocionais e cidadãs que foram as melhores desenvolvidas. A empatia, também conhecer, e de estar se colocando no lugar da pessoa, se então como esse papel de observador, ele pode falar que isso não está bem, então isso precisa ser resolvido então a assertividade na Colômbia tem sido 1 alternativa muito importante, em relação a não ser passivo, e não responder de forma agressiva, isso permite que a pessoa consiga, defender e defender aos outros sem a agressão. Então essa gestão também criativa dos conflitos também é muito importante está muito importante em termos de gestão da situação, cada desses 3 tipos de conflitos, são sempre muito importantes de entender para desenvolver as capacidades para que os mesmos alunos, eles mesmos consigam negociar essa questão dos conflitos ou que tenham, companheiros que consigam gerir esses conflitos também, mas que os professores adolescentes os orientadores escolares também podem ajudar para que os alunos também consigam gerir esse conflito imediatamente. Se tem algum tipo de conflito no no pátio da escola, eles podem intervir e já gerir esses conflitos na, situação de bullying, a forma que a lei propõe protocolo de lidar com isso são alguns, é baseada na justiça restaurativa, então, isso busca reparar os danos, de quem está agredindo, e falar sobre como a sua agressão tem levado a problemas para outra pessoa, e esse foco na justiça restaurazitiva, está se consolidando tem 1 tradição muito forte na Colômbia, em relação à justiça punitiva, geralmente a pessoa deve ser sancionada, expulsa da escola, mas nós sabemos que para a formação e que para, evitar qualquer tipo de, dificuldade no futuro nós temos que fazer 1 justiça restaurativa, e todos os colégios da Colômbia devem ter esse protocolo que defina quais são os passos que devem ser dados, quando temos 1 situação de bullying. E é isso que a lei colombiana tem no nosso decreto, e em situações de violência escolar, os colégios, não devem fazer isso sozinhos. Eles têm que fazer parcerias com instituições por exemplo, com a polícia, a polícia de crianças adolescentes, e com a própria família porque os problemas de violência escolar, sobrepassam à capacidade da escola. Então, há que haver essa institucionalidade, para que a escola não seja a única responsável para gerir problema que é tão complexo, como por exemplo microtráfico de drogas para crianças que às vezes estão entrando com armas na escola porque fazem parte de 1 gangue. Então não pode a escola ser a única a lidar com isso, então, tem que ser trabalho em conjunto com todos. Outra coisa que na lei está muito presente, são muitos comitês de convivência, nas escolas, cada escola deve ter comitê de convivência nos municípios nos departamentos Aí comitê nacionais. Também tem comitê que analisa como tudo está funcionando em relação à convivência e também é o sistema de informação onde se reporta, todas as situações que tem a ver com o bullying com o conflito, e De violência escolar. De violência escolar, que devem sempre ser reportadas aqui, para dar segmento no sistema unificado. Então o que que faz o que que está faltando? E é nisso que estamos trabalhando. Temos que ter muito mais estratégias, a lei diz o que nós podemos fazer, mas não diz como fazer. E se eu pudesse voltar 11 anos atrás eu insistiria muito mais em que a lei incluísse, na construção por exemplo de plataformas, para que se compartilhassem estratégias materiais e na Colômbia nós temos umas que se chama passa a sua ideia, mas temos que fazer muito mais. E existem várias iniciativas mas nem tantas estão sendo avaliadas. Temos que fazer muito mais avaliação, eu também já trabalhei em diferentes tipos de atividades que têm feito avaliação, mas ainda precisamos de muito mais. Então cada desses programas nos dão muitas aprendizagens, mas precisamos fazer muito ter muito mais apoio nessa rede para que realmente essas iniciativas consigam ser reconhecidas com a rede com a família, com mais pais e mães envolvidas, e isso tem sido muito forte para nós. Então, esse movimento tem que ser a favor de todas as temáticas e outro tema, que eu gostaria também de voltar 11 anos e também falar para mudar, e eu acredito que se você tivesse também essa possibilidade vocês também fariam isso para o Brasil, e eu recomendo isso para vocês, com 1 formação inicial, 1 formação, de faculdades de educação, escolas formais, para que os docentes estejam acostumados a lidar com esse tipo de situação e saber como lidar com isso então temos institutos de, diferentes institutos de formação de docentes na Colômbia, e seria muito interessante não apenas para a área de educação física, arte, mas para todos os tipos de professores para promover essa convivência nas suas aulas, com, o para que os o fosse desenvolvido essas competências, e para que os alunos tivessem também, 1 suporte maior durante momentos de conflito então, seria muito bom porque, eu sei que muitas vezes não temos muito tempo para ensinar isso nos, nas escolas mas seria muito interessante porque, às vezes, mesmo que leve alguns anos esse pode ser ter grande impacto na vida das pessoas, e eles vão estar muito mais preparados para serem docentes. E, obviamente, ajudando as pessoas que vão estar com as crianças em seus diferentes momentos, especificamente nos momentos que nós consideramos fundamentais com as estratégias de promover aulas mais construtivas, nós podemos desenvolver as competências socioemocionais, as dos estudantes e integrar a formação socioemocional às áreas acadêmicas para trabalhar em aprendizagem cooperativa, e para que eles possam se escutar uns aos outros e, para que a nas aulas de educação física por exemplo eles possam desenvolver suas próprias competências emocionais suas próprias gestões de suas próprias emoções, porque, a habilidade docente é muito difícil tem muito estresse tem muitas coisas para serem feitas e é muito difícil, fazer essa relação pacífica e desenvolver isso sem desenvolver as suas próprias competências e a última coisa que eu gostaria de mencionar é recurso, alguns recursos que podem ser úteis, livros específicos de convivência, e sobre como integrar isso na área acadêmica, esse é o programa de aulas que eu que eu estava compartilhando com vocês se vocês tiverem alguma dúvida pode falar comigo muito obrigada.
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