
O participante celebra o 20º aniversário do Dia Nacional do Cigano, sancionado pelo Presidente Luiz Inácio da Silva, e destaca a importância da data para a visibilidade e valorização da cultura cigana. O parlamentar resgata o histórico do Dia Internacional dos Ciganos, instituído no Primeiro Congresso Mundial Cigano em Londres, e menciona os símbolos da identidade cigana, incluindo o hino Djelem Djelem, que narra a resistência contra perseguições históricas e o preconceito.
O Participante, na qualidade de Presidente da União Cigana do Brasil, defende a urgência da aprovação do Estatuto do Cigano. Destaca a trajetória histórica da etnia no país, a necessidade de combater a invisibilidade do povo cigano na educação e a importância de garantir direitos básicos, como o acesso ao estudo sem preconceitos e a valorização cultural, solicitando que o Poder Público cumpra seu papel de inclusão e não mantenha promessas de longa data sem efetividade.
O participante defende o fim da jornada de trabalho na escala 6x1, classificando a medida como essencial para garantir dignidade, saúde e tempo de convivência familiar aos trabalhadores brasileiros. O discurso destaca que a proposta de redução para 40 horas semanais, sem corte salarial, representa um avanço histórico para o país, contando com o apoio da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). O orador enfatiza que direitos trabalhistas são frutos de luta e que a classe trabalhadora permanecerá mobilizada pela aprovação da PEC na Câmara e no Senado.
Olá, meu nome é Marcelo, sou da Bahia. Nosso tema foi sobre empatia e eu acho que isso é primordial. Prada Câmara dos Deputados, a gente está aqui num local onde as nossas representatividades, os nossos líderes políticos estão aqui, eles representam as nossas regiões, os nossos estados. criam leis pra ajudar no nosso dia a dia, ajudar a nossa sociedade E eu acredito que a... A empatia é primordial para isso. Se a gente não tiver empatia em pensar no próximo, em pensar, sabe, em regiões que são tão pobres que, às vezes, as pessoas não têm comida, não têm água, não têm acesso fácil à educação, à energia... Se a gente não tiver empatia... para zelar e cuidar dessas pessoas, a gente não está exercendo um papel de liderança, de representatividade de fato. Eu acho que os nossos líderes, as pessoas que estão aqui para cuidar e melhorar o nosso... nosso dia a dia, a nossa sociedade, todo o nosso ambiente, elas têm que ser empáticas, sabe? Eu acho que é primordial ter empatia para que a gente tenha um bom país que todo mundo consiga viver em harmonia e sendo feliz. E tendo esse senso de comunidade, sabe? Então, acho que a empatia tem que estar presente em cada votação, de cada deputado, de cada senador. Muito obrigado. Muito bom.
O Participante defende o aumento do teto do Simples Nacional e alerta que a aplicação de critérios rígidos de países desenvolvidos pode inviabilizar pequenos negócios na realidade brasileira.
O Participante defende a viabilidade e urgência do projeto de exploração de urânio e fosfato no Ceará, ressaltando o desenvolvimento socioeconômico, a soberania energética e a redução da dependência de importações. Afirma que o empreendimento é tecnicamente seguro, possui precedentes internacionais e busca superar pendências de licenciamento ambiental e indígena para viabilizar sua implementação.
O Participante defende que os textos das propostas sejam públicos e acessíveis a todos, questionando a falta de transparência e a necessidade de confiança mútua entre os envolvidos.
O Participante critica a morosidade do deputado Pedro Paulo e do governo federal com projetos da categoria, denuncia a falta de fiscalização contra o transporte irregular e propõe uma greve nacional de taxistas.
O participante solicita a convocação urgente de 600 aprovados do cadastro de reserva para analistas de infraestrutura, visando suprir a carência de 1.500 vagas e viabilizar a gestão técnica do expressivo orçamento do PAC e de emendas parlamentares.
O projeto na CCJ não era viável a gente conseguir as assinaturas do regime de urgência para pular a CCJ? Não. Para poder andar mais rápido? Não.
O participante exige transparência, unidade e confiança do grupo, criticando a apresentação de documentos sem consulta prévia aos demais interessados.
O Participante critica a burocratização e a exigência de cursos para taxistas, defendendo a simplicidade da profissão, e cobra respeito e imparcialidade na condução da reunião.
O Participante critica a regra de vistoria do GNV, que obriga motoristas do Rio de Janeiro a pagar dois processos em curto intervalo devido à mudança de ano civil.
O Participante questiona a origem da proposta do estatuto do taxista, manifestando preocupação com a substituição do taxímetro físico pelo virtual e defendendo a identidade profissional da categoria.
O Participante relatou que a equipe de Rondônia não compareceu devido à incerteza sobre o evento.
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