
A Cientista da Computação defende que a inteligência artificial deve ter a centralidade na pessoa humana como foco. Argumenta pela necessidade de obrigatoriedade em avaliações de risco, critica a ambiguidade de termos como "significativamente" no projeto de lei e reforça a importância de maior rigor na transparência de dados e na qualificação de termos técnicos.
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