
A Deputada alerta para os riscos da Medida Provisória nº 1.369/2026, que, embora prometa acelerar a fila do INSS, traz o prejuízo das reavaliações para famílias atípicas. A parlamentar defende que o autismo não possui cura, sendo desnecessária a reavaliação de pessoas já laudadas, e conclama os deputados a votarem com cautela devido ao alto número de cortes no BPC.
A deputada critica a ausência de apoio governamental às mães atípicas, comparando o amparo a criminosos com a situação de vulnerabilidade dessas famílias, e defende a criação de um auxílio financeiro específico para essa categoria.
A Deputada expressa agradecimento ao presidente da sessão e dedica um cumprimento às mães atípicas brasileiras.
A Deputada defende a criação de políticas públicas eficazes para mães atípicas, criticando a insuficiência do BPC e a falta de suporte estatal, e solicita a aprovação de projeto de lei que garanta auxílio financeiro e apoio psicossocial a essas famílias.
A Deputada defende a aprovação do Projeto de Lei que cria o Auxílio Mãe Atípica, destacando a necessidade de suporte financeiro para mães de pessoas com deficiência, autismo ou doenças graves, que frequentemente abandonam suas carreiras e enfrentam vulnerabilidade social. Ela relata sua visita ao Instituto Dente de Leão em Curitiba e solicita apoio para que a proposta seja votada com urgência pela Câmara dos Deputados.
A Deputada critica duramente a situação da segurança pública no Rio Grande do Norte, relatando o atentado sofrido pelo vereador Cabo Deyvison em Mossoró, que resultou no falecimento de seu assessor, Dyego. A parlamentar denuncia a atuação do crime organizado no Estado, critica a gestão da governadora Fátima Bezerra e a postura de candidatos que, em vez de apresentarem soluções, realizam ações superficiais em época eleitoral.
A Deputada encerra uma reunião deliberativa, agradecendo à equipe de apoio, aos consultores legislativos e à equipe da TV Câmara. Ressalta a qualidade do relatório final da comissão, a ser entregue ao presidente da CREDN, Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Por fim, convoca uma nova reunião para o dia seguinte e agradece aos participantes presenciais e virtuais.
A Deputada coloca sua equipe de gabinete e membros da Consultoria Legislativa à disposição para auxiliar na redação de projetos de lei que possam agilizar demandas, reiterando que seu mandato está disponível para apoiar as iniciativas necessárias.
A Deputada comenta o desempenho positivo das mulheres presentes na sessão, expressando satisfação pessoal, e cede a palavra para as considerações finais da Sra. Ana Claudia de Carvalho Tirelli.
A Deputada expressa satisfação com o resultado de uma reunião e manifesta interesse em agendar novos encontros de trabalho, destacando a necessidade de dar respostas à sociedade. O discurso encerra-se com a Deputada concedendo a palavra para as considerações finais de uma convidada.
A Deputada agradece a participação da convidada, destacando a relevância das contribuições feitas na audiência anterior sobre práticas cotidianas apresentadas com base em dados. Na ausência de outros parlamentares inscritos para o debate, a Deputada abre espaço para as considerações finais das convidadas, concedendo três minutos para a manifestação da Sra. Jaqueline Rêgo.
A Deputada cede a palavra a Janine Henrique Bastos para uma exposição sobre o tráfico de pessoas.
A Deputada discute a agilização dos registros civis de crianças estrangeiras para evitar a revitimização e combater o tráfico de menores, propondo a criação de legislação específica para acelerar esses processos e garantir a proteção da infância.
A Deputada relata um caso de tráfico humano e trabalho escravo envolvendo uma mulher brasileira que foi aliciada dentro da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil sob a promessa de emprego como babá no exterior. Após ser resgatada de um cativeiro onde trabalhava em uma oficina de costura, a vítima obteve autorização de residência nos Estados Unidos e estabeleceu uma rede de apoio para a comunidade brasileira em Nova Jersey.
A Deputada discute a fragilidade das fronteiras brasileiras, mencionando especificamente a fronteira com a Venezuela e o uso indevido do sistema de saúde brasileiro por estrangeiros que revendiam medicamentos no exterior. Defende a valorização das Forças Armadas e da Polícia Federal no controle fronteiriço. Além disso, questiona a eficácia da cooperação consular e manifesta o desejo de alterar a legislação penal para punir rigorosamente os aliciadores, diferenciando-os das vítimas, contando com o apoio de sua assessoria técnica para elaborar propostas legislativas.
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