GRUPO DE TRABALHO SOBRE CRIMES PRATICADOS EM RAZÃO DE MISOGINIA
Grupo de trabalho articula novas estratégias legais contra a misoginia
Sobre o Evento
O Grupo de Trabalho sobre o PL 896/2023 debateu estratégias para a criminalização da misoginia e o combate ao feminicídio. Especialistas e parlamentares destacaram a necessidade de uma abordagem interdisciplinar, envolvendo educação, responsabilização de plataformas digitais e políticas públicas que superem a ineficácia da punição isolada.
Mostrando 3 falas de Cristiane Braga neste evento
Ver evento completoResumo da participação
A Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo defende o fortalecimento da rede de proteção e a integração de ações intersetoriais para prevenir o feminicídio e enfrentar a misoginia. A autoridade ressalta que o combate eficaz à violência exige o investimento em políticas educacionais, a busca ativa por casos subnotificados e o acolhimento qualificado das vítimas para romper ciclos de abuso.
Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo - Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo
A Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo discute o enfrentamento à violência contra a mulher, destacando a importância de políticas públicas e ações intersetoriais. O discurso enfatiza o papel das delegacias especializadas, o monitoramento de casos por meio de ferramentas como o SP Mulher, e a necessidade de desconstrução cultural da misoginia, incluindo ações educativas em escolas.
Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo - Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo
A Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo defende que, para combater o feminicídio, é necessário superar o problema da subnotificação por meio da educação e da prevenção. Ressalta que a atuação estatal deve ir além da repressão ao crime após o fato consumado, priorizando o acolhimento da mulher desde o primeiro sinal de violência. Defende a integração da rede de proteção — incluindo atendimento psicológico e assistência financeira — para que a vítima tenha condições de romper o ciclo de violência. Por fim, enfatiza a necessidade de tornar a legislação brasileira, que considera uma das melhores do mundo, plenamente eficaz através de monitoramento contínuo das medidas protetivas e ações coordenadas entre os órgãos públicos.
Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo - Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo
A Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo defende a necessidade de integração entre órgãos públicos e a introdução da temática de combate à violência contra a mulher como eixo transversal na educação. Destaca que o desconhecimento sobre o ciclo da violência impede que muitas mulheres identifiquem os sinais de progressão para o feminicídio. Enfatiza a importância da tipificação penal, da denúncia, da busca ativa por casos subnotificados e da adoção de estratégias que envolvam prevenção, educação e repressão para garantir a proteção integral às mulheres.




