COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Audiência cobra rigor da Anvisa na regulação do medicamento Elevidys no Brasil

16 jun. 2026 13:15 às 16:47

Sobre o Evento

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência realizou audiência pública para discutir a suspensão e a regulação do medicamento Elevidys no Brasil. O debate focou nos riscos de segurança, na eficácia da terapia gênica e na necessidade de monitoramento rigoroso pela Anvisa para proteger os pacientes.

Status
Concluído
ID: 82275Total: 127 discursos

Mostrando 3 falas de Humberto Cardoso Scherer neste evento

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#34
Pai de Guilherme Silva Scherer, primeira criança a receber o medicamento Elevidys Humberto Cardoso Scherer
Humberto Cardoso Scherer

Pai de Guilherme Silva Scherer, primeira criança a receber o medicamento Elevidys

Resumo Inteligente

O pai de Guilherme Silva Scherer, primeira criança a receber o medicamento Elevidys, relata a evolução positiva do filho quase dois anos após o tratamento, destacando a ausência de sintomas aparentes e sua vitalidade. Além disso, expressa gratidão pela oportunidade de compartilhar sua experiência e auxiliar outras pessoas.

16 de jun, 14:26
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#36
Pai de Guilherme Silva Scherer, primeira criança a receber o medicamento Elevidys Humberto Cardoso Scherer
Humberto Cardoso Scherer

Pai de Guilherme Silva Scherer, primeira criança a receber o medicamento Elevidys

Resumo Inteligente

... velocidade para levantar do chão. Só um minutinho, pessoal. Vamos ouvir. Só um minutinho.

16 de jun, 14:26
1 discurso de outros oradores
#38
Pai de Guilherme Silva Scherer, primeira criança a receber o medicamento Elevidys Humberto Cardoso Scherer
Humberto Cardoso Scherer

Pai de Guilherme Silva Scherer, primeira criança a receber o medicamento Elevidys

Resumo Inteligente

O Pai de Guilherme Silva Scherer, primeira criança a receber o medicamento Elevidys, critica a morosidade e a inércia da Anvisa na reavaliação e liberação do fármaco. Relata a melhora significativa do estado clínico de seu filho após a infusão, evidenciando ganhos em força, explosão e equilíbrio. Questiona a falta de transparência e o distanciamento da agência reguladora frente aos benefícios observados e enfatiza a falha do Poder Judiciário em assegurar o cumprimento de liminares que garantem o tratamento às crianças, resultando na perda da janela de oportunidade terapêutica para outros pacientes.

16 de jun, 14:27