
O Deputado critica a carga tributária brasileira, classificando-a como extorsiva e excessiva, e defende a necessidade de reduzir o tamanho do Estado, as despesas públicas e os impostos que incidem sobre o cidadão e o setor produtivo.
O Deputado critica a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal, argumentando que a 1ª Turma tem atropelado o devido processo legal em julgamentos com viés político. O parlamentar questiona a legitimidade do julgamento de um colega acusado de obstrução de justiça, alegando que o relato de fatos a outros países não constitui crime. Aponta que ministros que se colocam como vítimas de supostos atos não poderiam atuar como juízes, ferindo a imparcialidade e a segurança jurídica. Por fim, critica a perseguição de parlamentares e cidadãos de direita, contrastando-a com a soltura recorrente de criminosos comuns.
O Deputado defende a implementação de respaldo jurídico e proteção institucional para policiais, criticando a falta de assistência do Estado e o tratamento desigual em comparação a outras autoridades, enquanto solicita celeridade na votação de projetos voltados à valorização dos agentes de segurança.
O Deputado critica duramente o Presidente da República, acusando-o de desvio de caráter, associação com o crime organizado e de ter uma visão deturpada sobre a honestidade da população pobre.
O Deputado defende a celeridade na aprovação de medicamentos para crianças que possuem eficácia comprovada em outros países. Criticando a demora excessiva em comparação a outros procedimentos sanitários, o parlamentar enfatiza que a questão é humanitária e não pode ser tratada como um debate político, reforçando o compromisso em apoiar iniciativas que garantam o direito à vida e à saúde das famílias.
O Deputado critica a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação a uma possível interferência na linha sucessória de cargos do Poder Executivo no Rio de Janeiro. Argumenta que a decisão do tribunal de ignorar o texto constitucional e desconsiderar a representatividade dos votos populares coloca em risco a democracia em todo o país.
O Deputado aborda três preocupações principais. Primeiramente, questiona a falta de clareza sobre uma suposta parceria entre a Polícia Federal e a polícia norte-americana envolvendo o caso Ramagem. Em segundo lugar, critica a redução de recursos para a segurança em regiões de fronteira, destacando o impacto no Mato Grosso do Sul quanto ao tráfico de drogas e armas. Por fim, solicita a prorrogação da validade dos Certificados de Registro de Arma de Fogo (Craf), citando colapso no sistema e insegurança jurídica, sugerindo a modulação dos prazos de renovação para evitar coincidência com o período eleitoral.
O Deputado cumprimenta os colegas de parlamento e solicita o prosseguimento da pauta com a análise do recurso.
Tut. İzlediğiniz için teşekkür ederim. bir durumda. Ama, en fin, ossos do oficio Agradeço principalmente a sensibilidade do relator de ter entendido... o principal, o cerne da minha decisão, que são os motivos que me levaram İzlediğiniz için teşekkür ederim. Ve o Brasil'a tüm büresel olarak, Çünkü biz yasaklarımızın... bir ...novo tipo de, abre aspas, democracia, onde o judiciário modula as leis e acaba punindo as pessoas por emitir opiniões... Evet. ve bu konuda neyine geliştirmek için. Digo isso porque aqui é a instância máxima da representação popular. Diferente do Senado, onde estão os votos majoritários, aqui... İzlediğiniz için teşekkür ederim. ...yumda bu bir şey var. Diferin no Senado, que son sadece os que foram mais votados. A razı pela qual eu tive A tristeza de receber uma notícia ontem. ve o ...foi cassado... Kassado, por emitir opinião. ve bu çalışma, İlginçlerden bir şey var. ...algunsuz atos do executivo de Joinville... ...e por conta disso... ...elik terebiye o seu mandato cassado. İzlediğiniz için teşekkür ederim. bu işaretten sonra, İzlediğiniz için teşekkür ederim. İzlediğiniz için teşekkür ederim. Çok teşekkür ederim. Marcos Polon. Altyazı M.K. İzlediğiniz için teşekkür ederim.
O deputado discursa em tom de defesa e agradecimento ao relator de um processo ético, reiterando suas convicções políticas, questionando fatos relacionados aos eventos de 8 de janeiro e defendendo sua postura parlamentar e atuação em prol da liberdade.
O Deputado menciona a intenção de utilizar a totalidade de sete itens durante sua fala.
O Deputado solicita a palavra para informar que está cobrando providências sobre um assunto pendente, mencionado que está em vias de solução, e constata a ausência dos demais presentes.
Obrigado, senhor presidente. do relatório Que... me é recomendada a suspensão de três meses... Cadê o relator que estava aqui? Me é recomendada, no voto, a suspensão de... três meses do meu mandato, O que é claro somado aos outros dois. de simplesmente estar na mesa, vai implicar em cinco meses de suspensão, o que implica no desfazimento total do meu gabinete, Ainda que não aconteça a exoneração, todos os meus colaboradores vão ficar desempregados por cinco meses. Cinco meses. O que mostra uma tremenda desarrazoabilidade, extremamente desarrazoável. Paralelo a isso, É importante ressaltar que isso também vai implicar no meu despejo do apartamento funcional. Então, vou ter que fazer toda a mudança. Então, percebam o peso... da pena em relação Ao fato. Ora, é verdade que eu fiz uma crítica muito dura ao presidente dessa casa. É verdade que no... do material audiovisual que se encontra presente neste... arrasoado, há sim uma crítica muito dura. Mas, volto a repetir. Volto a repetir. Obrigado. Ninguém desta casa... nem o representante e não houve testemunho de acusação, presenciou presenciou o referido fato. é apenas o vídeo inclusive o elemento utilizado para indeferir todas as minhas testemunhas, decorreram do fato dessas testemunhas não estarem presentes em decorrência do fato. Ora, se para servir como testemunha exige-se a presença no evento... me causam uma dúvida de porquê Não há necessidade, para se confirmar o evento, não ter nenhuma testemunha sequer. Paralelo a isso? é importante ressaltar que é fato notório nessa casa Em especial, nessa comissão, que jamais, jamais eu faltei com o zelo no trato com os colegas ou com respeito com essa comissão, com a instituição, com os servidores, e com a presidência. É fato notório que eu sempre... utilizei de altíssima técnica processual e, principalmente, principalmente respeito com os meus pares. Ocorre que, e era isso que eu pretendia demonstrar na minha defesa, com o rol de testemunhas que eu elenquei, Nós estamos vivenciando um estado de exceção, nós estamos vivenciando uma sucessão de absurdos, indizíveis Desde o primeiro dia. do nosso mandato. Pessoas sendo condenadas a penas absurdas em condições subhumanas, sem sequer... individualização do fato. Repito. A maioria das pessoas... que foram condenadas, assim o foram, sem sequer saber Por quê? estão sendo condenadas. O que elas estão respondendo? Qual o fato... que coloca essas pessoas numa situação de fato Típico. Porque não há sequer individualização do fato. Nós temos uma mãe de cinco filhos, que foi condenada a quase 17 anos, porque estava no gramado. Nós temos a Débora do Batom, condenada a mais de 14 anos, porque riscou de Batom uma estátua. Isso é muito, mas muito mais antiético... do que qualquer fato que possa ser descrito aqui. E veja os colegas dessa casa sabem que desde o primeiro dia após a prisão dessas pessoas eu me dirigi pessoalmente a colmeia, me dirigi pessoalmente a papuda e vi... in loco esses absurdos ao longo de mais de dois anos suplicando implorando, fazendo tudo que estava ao meu alcance, para que exclusivamente se pautava anistia, que veja, até hoje não foi pautada. E o mais assustador, presidente... Se pautar hoje, nós temos votos para aprová-la. ora é de fazer o sangue de qualquer ser humano normal ferver Os absurdos que nós estamos vendo. Uma senhora idosa aqui na Colmeia foi espancada. Uma senhora idosa que não representa risco nenhum para a sociedade. empresários que cometeram o absurdo de doar 500 reais para custar um ônibus uma manifestação sem nexo de casualidade nenhum, condenado a mais de 14 anos. Pessoas morrendo nas masmorras do Supremo, pessoas perdendo a vida, como é o caso do Clezão e outros oito. Mais de 500 pessoas, 500 famílias destruídas, exiladas fora do Brasil. Isso é muito mais absurdo do que qualquer coisa que eu possa ter falado ali. Obrigado. cala muito mais fundo na alma da gente, isso machuca muito mais do que qualquer coisa que possa ter sido dita. Porque eu volto a repetir, eu conheço essas pessoas e vossas excelências também conhecem. Ficou conhecido, inclusive no último Conselho de Ética, o grito que a filha do deputado Ramagem deu quando o pai retorna à sua casa. Gente, o Ramagem é colega nosso. O Ramagem nunca faltou com respeito com ninguém. O Ramagem era de extrema cortesia com todo mundo. Olha o absurdo que ele está passando. olha o grau de absurdo que um colega nosso está passando Porque nós simplesmente não cumprimos um acordo que foi feito antes das eleições, que é, veja, não é trabalhar para passar, não é ajudar a ser aprovado, é só pautar. É só pautar. Pelo amor de Deus, isso não é normal. Nós tratarmos com normalidade algo tão grave. O presidente Jair Messias Bolsonaro, que assinou essa bandeira que está aqui, no dia que recebeu a tornozeleira eletrônica, está sendo submetido a uma prisão desumana que nunca aconteceu na história desse país. Nunca ninguém teve em domiciliar, nas circunstâncias que ele está. O próprio Lula, quando esteve encarcerado, dava entrevista, dia sim e dia não. a voz da maior liderança da direita do Brasil, da história do Brasil. isso sim é vexatório isso sim é absurdo isso sim fere a ética Porque, veja, nós estamos refém... de simplesmente alguém decidir pautar ou não algo que tem voto para passar. O meu presidente corre risco de vida. O meu presidente está numa situação de saúde deplorável. O meu presidente foi calado. No ano eleitoral, repito, a maior liderança da direita está silenciado. Veja que nem o Lula em regime fechado foi submetido a tremendo abuso e absurdo. E isso tudo está acontecendo exclusivamente porque não se pauta anistia. Já passou da hora dessa casa alterar o regimento para quem, havendo maioria qualificada, nós parlamentares tenhamos o poder de impor a pauta. Nós parlamentares, que sejam dois terços da casa ou algo que o valha, tenhamos a atribuição de pautar algo tão importante, porque são vidas, não são números, não são objetos, são pessoas. São pessoas que estão sucumbindo, são famílias sendo destruídas, são crianças perdendo os pais. Sem sequer se especificar um fato delituoso. O direito penal brasileiro impõe, e eu não estou falando nem do garantismo penal, o direito penal clássico impõe que se diga ao réu qual o fato que ele cometeu. E que desse fato haja a imputação de um crime previamente previsto. Por exemplo... Matar alguém, pena de tanto a tanto, porque não há crime sem lei anterior que o defina e não há pena sem prévia combinação legal. Mas nada, nem isso, não há sequer descrição de fato. Repito, não há sequer descrição de fato. E as vidas dessas famílias estão sendo destruídas exclusivamente porque nós, deputados federais, não temos poder nenhum sobre a pauta. O plenário constrói acordos de procedimento, o plenário fixa a vontade do povo, uma vez que aqui nessa casa estão 100% dos votos válidos. Veja. Diferente do Senado, onde a eleição é majoritária, aqui estão 100% dos votos válidos. Aqui é a casa do povo, aqui é a voz do povo. E o plenário é silenciado exclusivamente porque nós... cometemos o absurdo, retrógrado e impensável de que a pauta esteja a cargo exclusivamente de um indivíduo. Ora, se nós somos deputados federais, se nós traduzimos a voz do povo, se nós representamos as pessoas desse país, nós deveríamos ter ao menos o direito, ainda que em hipótese excepcional, ainda que com um quórum qualificado, da possibilidade de pelo menos pautar algo tão importante, porque, repito, pessoas estão morrendo todos os dias, pessoas estão sendo torturadas, violados e nós seremos julgados pela história. os nossos atos e as nossas omissões serão julgadas pela história porque cabe a nós nos levantar contra esse nível de injustiça e absurdo. Veja! na minha cidade antes mesmo dos eventos do ano de janeiro uma professora de libras Uma professora de libras humilde, simples, do povo, por ter feito uma vaquinha para comprar marmita para os acampamentos, ficou um ano presa. sem sequer saber qual era o fato que ele era imputado um ano Centenas de pessoas sofreram busca e apreensão e no mandato de busca e apreensão não havia. sequer a descrição do fato Vinha escrito sigilo. e se invadir a casa de pessoas que nunca devolveram um troco errado. Pessoas que trabalham, pessoas que pagam impostos, pessoas honestas e reconhecidamente corretas. contribuintes com tecido social não estão recebendo sequer o tratamento que é dado pelo Judiciário a traficantes, estupradores, homicidas e ladrocidas. Perceba que nem se você matar uma pessoa, você não vai receber o tratamento que essas pessoas que sequer tiveram imputação de fato estão recebendo. E por meramente ter feito uma vaquinha, essa professora... de origem humilde ficou mais de um ano presa e o que me causa mais nojo mais asco e uma das coisas que motivou a última parte daquele meu discurso é ver algumas pessoas se utilizando da dor dessas pessoas exclusivamente com palanque eleitoral fazendo pré campanha que era o que estava acontecendo ali, que não sabe se quer o nome de nenhuma delas, mas eu as conheço uma por uma. Eu vi a desgraça que se acometeu sobre pessoas inocentes que não fizeram nada. E essa mulher... Essa mulher, o nome dela é Soraya, uma professora ruiva. por fazer uma vaquinha, ficou um ano jogada num sistema prisional comum, junto com presas criminosas de verdade, e ela acreditava no Brasil, ela acreditava na democracia, ela trabalhou como voluntária na campanha de um político do meu estado, atuava diretamente, politicamente, desde a época do impeachment da Dilma, por muitos anos indo às ruas simplesmente por acreditar, e vossas excelências sabem, Quantas pessoas... Quantas pessoas a visitaram no cárcere? Com exceção da Miriam e do Felipe Gimenez, que visitaram ela, e eles não são políticos, da classe política, ninguém, ninguém... Ninguém... Ninguém tomou cuidado sequer de saber se ela ainda estava viva. Sem pasta de dente, sem sabonete, sem sequer um livro para ler. Eu acompanhei até a soltura dessa mulher inocente, E depois da soltura o pesadelo não acabou. Além da tornozeleira eletrônica, o desemprego, tratada como párea, aqueles que se valeram do trabalho voluntário dela na campanha viraram as costas. E eu tentei integrá-la no meu gabinete para que trabalhasse como tradutora de libras no meu material. Mas o regimento da casa impõe que pessoas condenadas por crime não podem entrar no crime. no quadro do gabinete, ficou desempregado. Senhor relator, essa mulher, por conta dessas desventuras... gasta mais de mil e duzentos reais todos os meses com remédio controlado para não tirar a própria vida mais de 1.200 reais todos os meses sem emprego E vossa excelência sabe por que eu sei desse número? Porque há um ano, se ela toma remédio, é porque eu pago. E isso eu fiz sem ninguém ficar sabendo. Eu dei suporte às famílias e aos presos do meu Estado, tanto na palpuda, quando a colmeia, até o último ser solto ou voltar para o Estado. E eu fiz isso por dois anos sem nunca ninguém saber. Eu só tenho a liberdade de falar isso agora porque a imprensa do meu Estado, a mesma imprensa do meu Estado que deu suporte para aqueles que eu critiquei na última parte do meu discurso para fazerem o que fizeram, Disse que eu era contra a anistia. E aí as famílias se levantaram e publicizaram tudo o que eu fiz. As famílias se levantaram, os advogados se levantaram e publicizaram. Hoje eu falo isso abertamente porque isso já veio a público, senão jamais falaria. Para que V. Exª tenha uma ideia, eu fiz isso por mais de dois anos. sem sequer a minha esposa à época tomar conhecimento disso. Ela tomou conhecimento pelas redes sociais. Eu me lembro que todas as vezes que ela vinha em Brasília, ela falava, nossa, está faltando roupa sua. Claro. Porque toda vez que um pobre coitado desse era despejado lá nos confins do plano, lá na ponta do plano piloto, ou eu ou alguém da minha equipe ia lá buscar essa pessoa que estava perdida, sem celular, sem nada, e tinha 24 horas para se apresentar na polícia do meu estado. recebi essas pessoas levava na minha casa, a gente almoçava junto ou jantava junto, eu quando estava com condições financeiras pagava passagem de avião para eles voltarem, quando não estava com condições financeiras pagava passagem de ônibus para eles regressarem. oferecia as minhas roupas, por isso elas faltaram. para que eles não passassem pela suprema humilhação de ter que viajar vestido de presidiário. Eu tenho orgulho de, no meu gabinete, lá em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, ter uma camiseta do uniforme da Papuda, assinada por todas as vítimas do golpe do Alexandre Moraes. dessa perfidia desse absurdo pessoas que sequer estiver na esplanada produtores rurais empresários tendo a sua vida destruída eu tenho um amigo que é produtor rural que estava viajando para os Estados Unidos para ver o neto, porque os filhos moram lá, e aí ele descobriu que o seu passaporte havia sido apreendido e que ele estava sendo investigado sem sequer saber o fato, sem sequer saber o porquê, porque nem do meu estado ele não saiu, dinheiro ele não deu, ele não fez nada, ele simplesmente esteve presente alguns dias na frente do quartel. E hoje, há mais de dois anos, quase três, o neto dele já é uma criança de três anos e lhe foi tirado o direito de ver o seu neto. Mas isso não é... O maior absurdo O absurdo são os muitos que morreram durante essa perseguição, como é o caso mais emblemático do Clezão. E volto a dizer, todas as vezes que eu encontro a Luísa, filha do Clezão, e ela... de olhos marejados agradece o nosso empenho em defender as liberdades dessas pessoas que tiveram a sua vida destruída. A única sensação que eu tenho, senhor relator, É de vergonha. Vergonha por não ter conseguido fazer mais. Vergonha por não ter criatividade suficiente para pensar o que eu poderia ter feito. vergonha pelo máximo que eu fiz foi um discurso mais duro em cima de um caminhão Ou ficar cinco minutos a mais junto com o Marcel na mesa. Vergonha. Porque se eu tivesse a capacidade de imaginar qualquer outra coisa... Que ainda que custasse o meu mandato, ainda que custasse até a minha liberdade, mas pudesse pôr essas pessoas na rua... Eu faria, porque eu as conheço, relator. Eu as conheço... Eu vejo nelas amigos de antes e de depois do ocorrido. Eu vejo nelas pessoas do meu convívio próprio, porque são... Eu vejo ali, senhor relator, alguém que poderia ser minha avó. Meu avô! E aí Os 10 minutos, por favor. Obrigado. Eu vejo nela, senhor relator... Pessoas que poderiam ser meu irmão. minha irmã que poderiam ser o meu pai... minha mãe pessoas do meu círculo próximo, Uma dessas senhoras presas na colmeia, que foi vítima de tortura e eu já descrevi isso na subcomissão que trata do tema, Ela... é uma das famílias mais tradicionais da cidade em que eu nasci. de um hotel que eu frequento há mais de 20 anos, que é o principal hotel de Dourados da cidade em que eu nasci. E todas as vezes que eu vou a essa cidade... é uma família gaúcha, eles me dão de presente copa, salame, cuca, que são comidas tradicionais do Rio Grande do Sul, que são feitas por essas famílias, e agradecem o meu empenho, E o senhor sabe qual a sensação que eu tenho, relator? É de vergonha. vergonha por não ter ideia do que fazer. porque eu exauri absurdamente qualquer possibilidade imaginável do que eu poderia ter feito, e volto a dizer para o senhor. Se eu intuísse qualquer coisa que pudesse tirar essas pessoas de lá... Eu faria... repito ainda que custasse a minha própria liberdade porque é desumano. E eu aprendi isso com o maior líder da direita, chamado Jair Messias Bolsonaro, que nos orientou a passar dosimetria Obrigado. cujo benefício ele não vai perceber. Obrigado. Quando eu estava aqui na instrução dessa comissão, estava se discutindo a dosimetria, eu enquanto fazia minha defesa, Eu analisei o texto da dosimetria ao mesmo tempo que eu fazia minha defesa e alertei meus pares que aquilo não beneficiava o nosso presidente. que a pena dele iria de 27 para 22 anos. E ele... avisou a nós. Todos. que estava orientando pelo aceite da dosimetria, não por ele. Porque ele sabe... que está sendo perseguido, mas para tirar essas pobres almas das masmorras que pessoas que perderam a sanidade colocaram Essas pobres almas. E digo com o mesmo espírito de Jair Bolsonaro, que abriu mão de manter a pressão pela anistia que o beneficiaria em prol da soltura dessas pobres almas, se eu pudesse abrir mão da minha liberdade para que elas voltassem ao convívio de suas famílias, eu assim o faria. Lembre-se, senhor relator, do grito da filha do nosso colega Ramagem, o senhor conviveu com ele, O senhor sabe que é um homem decente... o senhor sabe que é um homem honrado o senhor sabe que é um homem cordial respeitoso Olha a situação que nós estamos permitindo que ele passe. Olha o nível de terror que essa família vem vivendo. sem Qualquer fato que lhe seja atribuído. Mas... Eu falo dos filhos que choram por não ver os seus pais e como um ato de suprema crueldade Mesmo todos sabendo que a construção do texto da dosimetria passou pela concordância... de ministros do Supremo que se opunham à anistia, O ministro Alexandre de Moraes... suspende a aplicação da lei. Veja o requinte de crueldade, senhor relator, porque se ele indefere, vai ao plenário. Se ele diz que é inconstitucional, vai ao plenário. Mas ele... Escolhe dar uma não decisão. Porque aí não há recurso. Aí não vai ao plenário. E aí essas famílias continuam a se agonizar. As vésperas do dia das mães. A Débora do Batom recebeu essa notícia como uma facada no peito, mais uma. de uma mulher que cometeu o único crime de se manifestar a sua insatisfação a situação que o país se encontrava, e cometeu o ato absurdo, a barbárie, de desenhar com batom numa estátua. algo sem prejuízo algum para a sociedade. Imponha a ela uma pena superior à volta a dizer que traficantes, homicidas... estupradores latrocidas, criminosos de verdade, Nenhum deles tem a pena que essas pessoas estão experimentando. Senhor relator, recentemente nós vimos o MC alguma coisa e o MC outra coisa, que lavam dinheiro para o crime organizado, para o PCC. Saírem pela porta da frente. beneficiados pelo tão aclamado garantismo penal Como? Nós, parlamentares, deputados federais, detentores do poder, de imediatamente permitir que essas pessoas tenham esse pesadelo findo Como nós podemos deitar a cabeça no travesseiro e achar que está tudo bem Pelo amor de Deus... O senhor me conhece dos átrios dessa casa, o senhor me conhece da minha atuação no plenário, o senhor me conhece da atuação nas comissões. Vossa Excelência sabe que eu jamais bati boca com nenhum colega, que eu jamais... Tive um destempero, agora veja o nível desesperador que nós nos encontramos. com pessoas perdendo a sua vida. Não são números, não são dados, são famílias sendo destruídas por capricho. e por omissão dos colegas que ombreiam comigo todos os dias e ainda assim em momento algum Eu desferi qualquer impropério. Qualquer palavra dura ou qualquer admoestação mais abjeta para nenhum colega dentro dessa casa... perceba que nem no plenário e nem nas comissões eu nunca faltei com a cordialidade. Inclusive, posso citar que nessa comissão, e acredito que se faz presente, porque ele está em todas... e está presente mesmo, O deputado Chico Alencar é o colega que mais tem embate comigo aqui e nós nunca perdemos a cordialidade, nós nunca faltamos com respeito mútuo, nós sempre mantivemos um debate técnico de alto nível, mas olha o nível de desespero de um ser humano. Porque olhar para essa realidade, senhor relator... e simplesmente fazer de conta que ela não está acontecendo, é desumano. É do nível de crueldade que eu não consigo conceber. algo que nós nós poderíamos resolver Em 24 horas. Pauta-se, vota-se, vai ao Senado... é pautado no Senado, ou ainda assim, pauta-se nessa casa, vota-se a anistia nessa casa, temos votos o suficiente... No Senado... Não há como eu interferir. Então, Passando dessa casa... pelo menos a tranquilidade de que nós fizemos tudo que era possível, nos será concedida. Senhor relator, perceba a crueldade. Não. Inúmeros são os vídeos, inúmeras são as crianças que vêm a essa casa suplicar. Pela misericórdia aos seus pais... Todas as semanas nós temos familiares aqui nessa casa suplicando. Por misericórdia. de um crime que nunca existiu de pessoas que sequer tem um fato que lhes é atribuído Agora veja, senhor presidente. Eu disse de crianças que estão crescendo, Em desespero. sem ver os seus pais. Mas há situação ainda pior. da dona Fabíola Rocha da Silva. 49 anos. que foi condenada a 17 anos de prisão, sem sequer lhe ser dito o que ela fez, qual o fato. quebrou uma vidraça 17 anos entrou no plenário 17 anos não há essa atribuição E o que houve com ela? Ela está foragida, ela está exilada. na argentina Obrigado. e o filho dela morreu Essa mãe não teve a oportunidade... sequer sequer de participar do enterro do seu filho Não há Maldição maior para um pai... E falo isso como pai de cinco filhos. Não há maldição maior. para um pai, do que sepultar um filho. Eu falo ao senhor, nobre relator, eu falo aos colegas pares dessa casa, percebam o requinte de crueldade Percebam o grau de desumanidade, a nossa omissão... tirou de uma mãe o direito de dar o último abraço no seu filho. E aí Creio que os colegas aqui também têm filhos. Creio que Vossa Excelência também tem filhos. Vamos ter um mínimo de empatia. e olhar para essas pessoas como seres humanos Porque a polarização é algo muito bom para fixar pontos de ideias e aclarar o debate para que as pessoas não sejam enganadas sobre quem é ou não de direita ou esquerda. Agora, nós não podemos, à custa da polarização, desumanizar as pessoas. Senhor Presidente, E aí uma manutenção dessas pessoas na condição que se encontram eu peço só mais um pouquinho para concluir a manutenção dessas pessoas na condição sub-humana que se encontram exclusivamente decorrente da omissão dessa casa É uma culpa que nos recai. nós nós Vamos responder por essa crueldade, pois, repito, Mais um minuto para concluir, deputado. É isso. É simplesmente um ato de se pautar a anistia, que nós teremos entregue para a população o mínimo... de decência e humanidade. Não vou dizer justiça, jamais direi justiça, porque fatos que não são crime, Não se submete à anistia. Não há como anistiar crimes que não aconteceram. Não há como anistiar uma paranoia delirante. Não há o que ser anistiado. Não há. houve crime, e eu não estou nem falando com uma ótica garantista, é direito penal clássico, não há fato, não há previsão legal, não há nexo causal, não há nada, apenas a mais pura e abjeta e nojenta crueldade e desumanidade, que infelizmente... Infelizmente, a omissão Dos meus pares, mantém-se até hoje... Com o salão. E aí
O Deputado solicita à Mesa diretora a apresentação do trecho específico de uma fala em que teria supostamente admitido a autoria de algum fato, visando utilizar esse registro para auxiliar na composição de sua defesa.
O Deputado justifica suas declarações polêmicas, criticando decisões judiciais, a falta de pauta para anistia no Legislativo, a postura de lideranças políticas e o alinhamento partidário regional, defendendo seu posicionamento ideológico e sua liberdade de expressão.
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