CÂMARA DOS DEPUTADOS - OUTROS EVENTOS
Sobre o Evento
O evento reuniu pesquisadores e representantes institucionais para debater questões fundamentais de direitos humanos, inclusão social e interseccionalidade. As apresentações abordaram temas críticos como o racismo estrutural na mídia, a situação da população em situação de rua e as vulnerabilidades socioeconômicas de pacientes crônicos.
Participante
O participante apresenta-se como representante da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) ao iniciar sua fala.
Participante
O participante apresenta-se como representante da Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Participante
A participante, professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco, apresenta-se e anuncia o início dos trabalhos do grupo focado em direitos humanos, inclusão e interseccionalidade.
Participante
O participante estabelece as diretrizes e o cronograma para a apresentação de trabalhos e os períodos de debate no evento.
Participante
A participante organiza a logística de tempo e espaço para as apresentações e media a interação entre o público e a comissão organizadora do evento.
Participante
A participante introduz o início das apresentações de trabalhos, convidando a pesquisadora Amanda de Oliveira Rodrigues para expor seu estudo.
Participante
A participante apresentou pesquisa acadêmica que analisa como o discurso jornalístico, ao abordar denúncias sobre o sistema prisional, frequentemente omite o racismo estrutural e reforça estigmas contra a população negra, mesmo sob a aparência de imparcialidade e rigor técnico.
Participante
A participante agradece a apresentação anterior e dá continuidade ao evento chamando o próximo orador.
Jornalista
O Jornalista apresenta pesquisa de mestrado sobre a população em situação de rua, destacando a necessidade de escuta ativa e reconhecimento desses indivíduos como sujeitos nas políticas públicas, além de criticar a ineficácia das ações estatais atuais.
Participante
O participante organiza a ordem das apresentações de trabalhos acadêmicos devido à ausência de alguns expositores.
Técnica de Laboratóro do Departamento de Química do UFRPE
A Técnica de Laboratório do Departamento de Química da UFRPE apresentou sua pesquisa de mestrado sobre a situação socioeconômica de pacientes renais crônicos e exibiu um vídeo com depoimentos de pacientes.
Técnica de Laboratóro do Departamento de Química do UFRPE
A Técnica de Laboratório do Departamento de Química do UFRPE apresenta pesquisa sobre barreiras informacionais e falta de letramento digital de pacientes renais crônicos, destacando que o medo de perder o Benefício de Prestação Continuada (BPC) inibe o retorno desses pacientes ao mercado de trabalho, e propõe uma legislação para permitir o empreendedorismo sem perda automática do auxílio.
Participante
A participante, representante de Recife, solicita esclarecimentos sobre o funcionamento da plataforma mencionada na apresentação.
Participante
O participante solicita esclarecimentos sobre o escopo e as funcionalidades técnicas de uma plataforma, questionando se ela se destina a produção audiovisual ou apenas à comunicação e orientação de campanhas.
Participante
A participante propõe o desenvolvimento de uma plataforma digital para promover educação, capacitação e empregabilidade, além da criação de um canal de informações simplificado via aplicativos para pacientes em clínicas.
Participante
A participante questiona sobre as principais dificuldades e barreiras enfrentadas pelo público para acessar informações sobre programas e políticas públicas, buscando entender como a comunicação institucional pode mitigar o distanciamento entre o Estado e os cidadãos.
Técnica de Laboratóro do Departamento de Química do UFRPE
A técnica de laboratório destaca a carência de comunicação institucional sobre direitos aos pacientes em clínicas, a desmotivação de pacientes crônicos frente à ausência de expectativas de vida e de trabalho, e defende a educação como ferramenta fundamental de inclusão.
Participante
A participante discute a necessidade de incluir a análise do discurso na formação de jornalistas para combater a reprodução do racismo estrutural na escrita profissional e nas coberturas sobre o sistema prisional.
Jornalista
O jornalista reflete sobre a importância da pesquisa acadêmica e da utilização de dados para a elaboração de políticas públicas eficientes, destacando o papel da empatia e da comunicação no trabalho com populações em situação de rua.
Participante
A participante parabeniza os pesquisadores pelo trabalho apresentado e oferece considerações sobre a importância de temas como diversidade, interseccionalidade e lugar de fala nas pesquisas e ambientes corporativos.
Servidora Pública do Tribunal de Justiça do Ceará
A servidora pública do Tribunal de Justiça do Ceará questiona sobre a implementação de comunicação pública com perspectiva racial e de gênero nas instituições, indaga sobre o letramento racial de jornalistas versus linhas editoriais e propõe a discussão sobre o punitivismo na cobertura da imprensa.
Participante
A participante questiona sobre as estratégias de abordagem e comunicação utilizadas junto a populações vulneráveis, visando estabelecer confiança e superar a falta de acesso digital.
Participante
O participante questiona sobre ferramentas comunicacionais eficientes para informar cidadãos sobre seus direitos e formas de capacitar agentes públicos para um melhor atendimento a esses perfis populacionais.
Participante
O participante parabeniza pela realização de pesquisa sobre direitos humanos e destaca a importância da comunicação pública e do diálogo entre instituições e conselhos profissionais.
Participante
O participante elogia trabalhos apresentados e destaca a relevância da abordagem antirracista na análise crítica do discurso de Van Dyck, defendendo sua aplicação no debate público por agentes como políticos, professores e jornalistas.
Participante
O participante comenta e questiona as pesquisas acadêmicas apresentadas pelos interlocutores, destacando a importância da análise do discurso, da comunicação pública dialógica e da metodologia em projetos de pesquisa de grande escopo.
Técnica de Laboratóro do Departamento de Química do UFRPE
A Técnica de Laboratório do Departamento de Química da UFRPE defende a adoção de uma linguagem empática e acessível na comunicação com pacientes de diálise, além de relatar dificuldades na obtenção de dados socioeconômicos para sua pesquisa de mestrado em administração.
Participante
A participante discute aspectos metodológicos da análise do discurso aplicados à pesquisa acadêmica, abordando conceitos como lugar de fala, racismo estrutural, sistema prisional e punitivismo no contexto brasileiro.
Jornalista
O jornalista discute a importância da comunicação relacional na pesquisa, analisa a invisibilidade social da população de rua no Brasil, aponta falhas na coleta de dados censitários sobre esse público e critica a ausência de direitos humanos como disciplina obrigatória nos cursos de graduação em direito.
Participante
A participante anuncia um breve intervalo durante o evento e, posteriormente, introduz a próxima palestrante para debater a construção comunicacional da violência de gênero.
Servidora Pública do Tribunal de Justiça do Ceará
Uma servidora pública apresenta pesquisa sobre a cobertura mediática e a comunicação pública em torno de um caso emblemático de violência de gênero, analisando como acontecimentos privados são transformados em problemas públicos.
Servidora Pública do Tribunal de Justiça do Ceará
A servidora pública do Tribunal de Justiça do Ceará apresenta pesquisa acadêmica sobre a cobertura jornalística e a comunicação pública de casos de violência de gênero, utilizando o caso de uma agressão ocorrida em Natal como estudo de caso para discutir como eventos privados se tornam problemas públicos.
Participante
A participante apresenta o trabalho de comunicação pública desenvolvido no Comitê de Equidade do Daer, no Rio Grande do Sul, voltado para a promoção da inclusão.
Coodernadora de Comunicação do DAER
A Coordenadora de Comunicação do DAER e uma colega de assessoria apresentam suas qualificações profissionais e iniciam uma breve explicação sobre o órgão.
Participante
A participante menciona sua trajetória acadêmica e profissional, além de expressar o objetivo de iniciar uma especialização em gestão pública com perspectiva de cursar um mestrado.
Coodernadora de Comunicação do DAER
A Coordenadora de Comunicação do DAER apresenta estudo sobre as ações comunicacionais do Comitê de Equidade do órgão, analisando o impacto dessas iniciativas na percepção, no engajamento dos servidores e na promoção da diversidade no ambiente organizacional.
Participante
A participante descreveu o processo de criação e os objetivos do Comitê de Equidade do DAER, destacando as ações de governança pública, o mapeamento do perfil dos servidores por meio de censo institucional e a realização de atividades de formação voltadas para a promoção da diversidade e inclusão.
Coodernadora de Comunicação do DAER
A Coordenadora de Comunicação do DAER apresenta resultados de uma pesquisa sobre a atuação do Comitê de Equidade no órgão, destacando o papel da comunicação na promoção de um ambiente inclusivo, porém ressalta que as ações comunicativas são insuficientes sem políticas de gestão que garantam maior representatividade em cargos de poder.
Participante
A participante menciona o desenvolvimento de um trabalho sobre comunicação pública territorializada e acesso à proteção social voltado para comunidades quilombolas.
Professora da Unversidade Federal de Santa Maria
A Professora da Universidade Federal de Santa Maria discute como a comunicação pública territorializada é essencial para garantir o acesso de comunidades quilombolas à proteção social, defendendo que a informação deve considerar as especificidades culturais, raciais e territoriais para ser efetiva.
Participante
A participante convida os expositores para a mesa e abre o momento de debates com o público.
Jornalista
O jornalista reflete sobre o papel da mídia na construção de estigmas sociais e questiona como a produção jornalística influencia a formação do pensamento coletivo.
Participante
A participante discute questões relacionadas ao combate à violência contra a mulher, o impacto da exposição midiática na revitimização de vítimas, a eficácia pedagógica de campanhas de conscientização e a realidade distinta de comunidades quilombolas urbanas e rurais.
Participante
A participante solicita orientações sobre estratégias de comunicação institucional voltadas para comunidades quilombolas e para o gerenciamento de redes sociais em casos de alta repercussão.
Participante
A participante discute o papel da comunicação pública na abordagem de temas sociais sensíveis, defendendo o uso de linguagem simples, o enfrentamento ao racismo e o aumento da visibilidade para as comunidades quilombolas.
Participante
O participante questiona se o foco em cursos de defesa pessoal para mulheres desvia a atenção da raiz do problema da violência de gênero.
Participante
A participante relata o seu estudo sobre a cobertura midiática de um caso de violência contra a mulher ocorrido em 2017, destacando como a redução do crime ao âmbito de relacionamentos afetivos mascara a gravidade do problema.
Participante
A participante questiona pesquisadoras sobre os limites da comunicação pública na divulgação de pesquisas acadêmicas e os desafios de abordar comunidades quilombolas em análises críticas.
Coodernadora de Comunicação do DAER
A coordenadora de comunicação do DAER relata a implementação de campanhas de conscientização sobre direitos LGBT e enfrentamento à violência contra a mulher no ambiente de trabalho, destacando o uso de ações visuais, guias e palestras para combater comportamentos machistas.
Participante
A participante discute ações de conscientização e combate ao machismo em um ambiente corporativo de engenharia, além de mencionar a realidade dos quilombos urbanos.
Professora da Unversidade Federal de Santa Maria
A Professora da Universidade Federal de Santa Maria destaca os desafios enfrentados por quilombos urbanos frente à especulação imobiliária e defende a necessidade de aproximação com as lideranças locais para o trabalho com comunidades tradicionais.
Paticipante
A participante discute a importância de uma abordagem ética na comunicação pública e na imprensa ao tratar de violência, criticando a exposição de imagens que promovem a revitimização e defendendo maior foco em políticas públicas.
Participante
A participante agradece aos presentes e encaminha o encerramento do evento para a realização de foto oficial e lançamento de livros.




