
A participante, membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente, elogia o programa Cidades Verdes Resilientes e questiona sobre a acessibilidade pública da ferramenta bússola, além da possibilidade de identificar parceiros técnicos para apoiar municípios em estratégias de adaptação climática e biodiversidade.
A participante questionou quais outras secretarias, além de meio ambiente e saúde, participam da criação de protocolos intersetoriais.
Participante é diretora de licenciamento ambiental na Secretaria de Meio Ambiente de Petrópolis.
Participante questiona o Ministério da Saúde sobre o planejamento de curto e médio prazo para a incorporação de novos antirretrovirais de longa ação, diante da preocupação com cortes orçamentários e a dependência de fármacos atuais.
A Participante expressou sua angústia e a importância do tema abordado, destacando sua dupla deficiência e sua experiência como mãe de crianças com deficiência. Ela enfatizou que a discussão vai além da legislação, afetando o direito à vida das pessoas com deficiência. Criticou a insegurança jurídica do projeto em questão, que considera uma inovação prejudicial, e mencionou o risco de retrocesso em relação a princípios éticos, especialmente no que diz respeito ao aconselhamento genético. Ao final, compartilhou um testemunho pessoal, lembrando a perda de sua filha e reforçando a necessidade de proteger os direitos dos autistas.
A PARTICIPANTE agradeceu a oportunidade de falar sobre a neuralgia do trigêmeo, expressando seu sofrimento e as mudanças que a dor causou em sua vida. Ela compartilhou sua trajetória de diagnósticos e tratamentos, enfatizando a falta de compreensão e suporte em hospitais. A dor intensa alterou sua identidade como mulher, mãe e profissional, levando-a a momentos de desespero. A PARTICIPANTE pediu mais humanidade e respeito no tratamento dos portadores da doença e convidou outros a se unirem em uma associação para lutar por melhores condições. Agradeceu sinceramente pela atenção recebida.
Participante foca em abordagem institucional, como Tatiana e Norma promovem, incentivando mudança a partir de demandas ouvidas, com políticas que transcendam pessoas, ramificando-se até gestão de emissoras universitárias para ampliar discussões formação estudantil.
Participante, mãe e advogada, homenageia amiga por ajuda com autismo. Seu filho tem dificuldades de foco e consultas demoradas no plano de saúde. Ela propõe projeto ABA no SUS e horário livre para acompanhar filhos em consultas, sem assistencialismo. Critica tratamento paliativo e pede responsabilidade do governo federal. Ajuda outras mães e muitas precisam do SUS com deficiência.
Participante é paciente oncológica assistida pela Abrapec, agradece presentes de pessoas dedicadas ao estudo e que valorizam o tempo em favor deles. Ela se sente feliz e honrada em estar no meio deles e considera que eles são muito importantes e maravilhosos.
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