
O Participante critica a ausência do Ministério do Trabalho em discussões sobre o combate ao trabalho escravo e questiona o uso do artigo 638 da CLT em averbações que comprometem políticas públicas de Estado assumidas pelo Brasil.
O participante reflete sobre a dor profunda e hereditária da perda de um filho, relatada através da tristeza de sua avó após o assassinato de um tio, enfatizando a revitimização institucional e a urgência do combate à violência letal.
O Participante elogia a atuação corajosa e essencial da equipe na defesa de pessoas privadas de liberdade, destacando a importância do trabalho de redução de danos frente à violência estatal e às violações cotidianas de direitos humanos.
O Participante solicita clareza nas explicações e menciona a possibilidade de novas atualizações no período da tarde.
O Participante exige acesso ao texto final antes da apresentação na CFT, questionando a utilidade das reuniões presenciais se a maioria dos envolvidos não possui acesso antecipado ao conteúdo.
O participante solicita transparência e acesso ao texto da proposta para consulta jurídica, repudiando decisões exclusivas e defendendo o compartilhamento das informações com todos os representantes.
O Participante critica a inconsistência política de figuras públicas, a descredibilização do Estado, a influência negativa da mídia e o apelo aos interesses do mercado financeiro, defendendo a necessidade de conscientização histórica frente ao individualismo.
O Participante defende que a cassação e devolução de permissões garantem a continuidade da profissão de táxi, independentemente das transferências.
O Participante sugere prazos diferenciados para a liberação de autonomias de táxi, baseando-se no tamanho da população de cada município.
O participante propõe incluir no Estatuto um prazo máximo para que autonomias devolvidas ou cassadas sejam redistribuídas, garantindo o retorno desses veículos à circulação e a qualidade do atendimento.
O Participante sugere que táxis adaptados para pessoas com deficiência sejam autorizados a estacionar em vagas destinadas a deficientes para facilitar o embarque e desembarque de passageiros.
O Participante defende o retorno de Tiago Dimas à Frenatax, destacando sua atuação prévia e a relevância de sua contribuição para a frente parlamentar.
O participante sugere retirar ou flexibilizar a exigência de tempo como motorista auxiliar na concessão, devido à escassez desse profissional em diversos municípios.
O participante critica a ineficiência do curso obrigatório atual, focando apenas na arrecadação, e defende uma qualificação profissional real, prática e acessível via ensino online.
O participante sugere subsidiar cursos através das taxas de vistoria da prefeitura.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.