
O Professor da Faculdade de Direito da USP destacou a importância da transparência nas discussões sobre tributos, evidenciando que a boa intenção em causas sociais pode ser prejudicada por instrumentos simplórios. Ele criticou o uso de tributos, como o imposto seletivo, sem considerar seu impacto real na saúde pública e na economia. Alertou que, se mal implementados, esses impostos podem não alcançar seus objetivos ambientais e de financiamento. Enfatizou a necessidade de um debate aprofundado sobre a eficácia dos tributos e suas consequências reais.
O professor destaca a importância da inclusão de temas ambientais na reforma tributária e a necessidade de conciliar políticas internacionais com instrumentos fiscais existentes. Ele critica a superficialidade dos novos dispositivos tributários, que muitas vezes não atendem às expectativas desejadas. Enfatiza que os tributos têm consequências além da arrecadação e que é crucial considerar quem realmente arca com os custos, promovendo um debate mais aprofundado sobre o papel do sistema tributário.
O professor discute a importância de ter cuidado ao lidar com o imposto seletivo, ressaltando que ele não é tão simples quanto parece e que decisões artificiais devem ser evitadas. Agradece ao presidente da mesa e saúda os colegas.
O Professor da Faculdade de Direito da USP discute o imposto seletivo, ressaltando suas diferenças entre o real e o teórico. O imposto seletivo substitui o IPI, sendo altamente arrecadatório e sem criar nova tributação. Ele enfatiza que a maior parte da arrecadação beneficia estados e municípios, sem destinação específica para políticas públicas. O professor argumenta sobre a neutralidade do Estado na tributação e critica a ideia de que o Estado deve intervir ativamente nas escolhas de consumo dos cidadãos, sugerindo que a tributação deve evitar distorções, mas não ser interventora.
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