
O Participante defende o fim da escala 6x1, destacando que qualquer período de transição para a implementação da medida seria prejudicial aos trabalhadores. Ressalta a urgência da pauta, mencionando a ausência de avanços significativos para a classe trabalhadora nas últimas décadas. Além disso, rebate o argumento de falta de capacidade de adaptação do setor industrial, citando os elevados lucros do setor para sustentar que a indústria possui condições financeiras de absorver as mudanças propostas.
O participante analisa critérios de cálculo de renúncia fiscal e discute a aplicação da lei de transações na recuperação de créditos da dívida pública.
Bom dia, me chamou Lucas, sou aqui de Brasília. Só fazendo uma contribuição sobre a democracia direta, a senhora comentou sobre o senador que fazia as votações. nas eleições desse ano da Colômbia, teve uma proposta de uma inteligência artificial ser candidata. não seria a inteligência artificial que seria a representante, teria um representante humano dentro do parlamento, mas as decisões seriam todas tomadas de forma colaborativa. Então, a base de dados da IA seria meio que montada pela população e elas participariam de todas as decisões. Então, é uma forma de democracia direta com a nova tecnologia. A minha única questão é
O participante solicita a disponibilização do medicamento Skyclary no Brasil para melhorar sua qualidade de vida e autonomia diante da ataxia de Friedrich.
O Participante defende a importância do terapeuta ocupacional na adaptação e adequação de ambientes escolares e de trabalho para pessoas no espectro autista, visando promover dignidade e inclusão por meio de políticas públicas.
O participante destacou a importância da preservação e do manejo sustentável do Cerrado, mencionando ações parlamentares e iniciativas voltadas ao incentivo de frutos regionais e ao combate ao desmatamento.
O Participante destacou a importância de políticas de adaptação à resiliência com base na reparação histórica, abordando três pontos: acesso à terra, educação e renda. Ele mencionou que o latifúndio no Brasil tem raízes históricas que marginalizaram negros e ex-escravizados, dificultando o acesso à terra e aumentando a vulnerabilidade às mudanças climáticas. A educação também é afetada, com desigualdades acentuadas por emergências climáticas e falta de infraestrutura nas escolas públicas. Além disso, ressaltou a necessidade de acesso à renda para uma adaptação climática justa, sugerindo programas de distribuição de renda para apoiar as populações vulneráveis.
Participante menciona a influência da pressão popular nas votações, citando exemplos de subsídio ao salário dos vereadores e aumento de cadeiras, onde a opinião deles mudou entre os turnos. Ele destaca a CPI da saúde e a hesitação dos vereadores em confirmar assinaturas. Também comenta sobre a cobrança em temas estaduais e federais e a dificuldade em se posicionar em questões polêmicas, afirmando que a manifestação pública realmente influencia.
Participante parabeniza a comissão e questiona sobre a autonomia dos gestores públicos em inovação, considerando a onerosidade e a diversidade na representação.
Participante fala sobre mãe com fibromialgia que teve dificuldades em provar doença e obter aposentadoria. Ela é médica especializada e queria continuar trabalhando, mas agora é aposentada e recebe ajuda financeira dos cofres públicos. Ele critica aqueles que lucram com a proibição da maconha e pede por mais consciência sobre o assunto.
Participante agradece pessoas que viajaram longas distâncias e se referencia a trens URB, Finametro e colega de Recife. Expressa necessidade de união e ação para exigir promessas do presidente sobre transporte público. Menciona processo penoso de privatização no Rio Grande do Sul e importância de transporte intermunicipal. Falando de sua região, destaca papel do transporte público e a importância de reestatização. Agraecido pela audiência, se dispõe a ajudar a retomar e avançar.
Participante, mestre em gestão de políticas públicas, reside em Itaquaquecetuba, uma cidade pobre com transporte caro e precário. Moradores gastam até 6h/dia para trabalhar, estando afastados de equipamentos públicos de outras cidades devido à tarifa. Participante decepcionado porque Ministério da Cidades não está na reunião, questionando falta de ação do governo federal em garantir direitos à população periférica.
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