
A participante, integrante de coletivo feminista, defende a importância da democratização da informação e da comunicação contínua sobre saúde para mulheres em situação de vulnerabilidade, especialmente aquelas em periferias. Critica a restrição de campanhas educativas a períodos sazonais, como o carnaval, e apela ao Ministério da Saúde, ao Ministério das Mulheres e às frentes parlamentares para que promovam ações de conscientização permanentes voltadas à prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, como HIV/Aids, e gestações.
A participante, mãe atípica, defende direitos dos autistas, critica a gestão de benefícios previdenciários e denuncia a falta de orçamento para secretarias voltadas à pessoa com deficiência no Distrito Federal, reforçando seu compromisso político com a inclusão.
A participante, mãe de um jovem autista, relata as dificuldades e medos vivenciados por mães atípicas, destacando o desafio de cuidar de filhos com deficiência. Ela menciona sua história pessoal e clama por um olhar mais atento do poder público para a proteção e segurança de crianças com deficiência, citando exemplos de vulnerabilidade e a importância de ações que evitem o desaparecimento desses jovens.
A Participante relata o adoecimento emocional e a precarização da saúde mental da categoria bancária, solicitando uma gestão mais humanizada, o fim da cultura do medo e maior suporte para mães de PCDs frente às recentes reestruturações.
A Participante reforça a luta da população em situação de rua contra a violência e a invisibilidade, defendendo o papel da Defensoria Pública no combate à aporofobia e na garantia de direitos fundamentais.
Participante denuncia o desrespeito do Itaú ao saúde de aposentados, cobrando isonomia no plano familiar e convocação parlamentar para combater o aumento abusivo dos custos.
Participante critica a reforma administrativa e a legalização da pejotização no serviço público, alertando para os riscos da terceirização e a precarização do trabalho.
A Participante denuncia a violência e o silenciamento contra mulheres em espaços públicos, defendendo a ocupação coletiva dessas áreas e solicitando apoio para ações em regiões periféricas.
A Participante, DJ e representante do hip-hop em Goiás, destaca o papel transformador da cultura como resistência e educação. Celebra o edital como reparação histórica, enquanto denuncia a falta de recursos, a marginalização das periferias e a perseguição institucional sofrida pelas mulheres do movimento.
Bemvinda. Obrigada deputada muito feliz por estar aqui. Infelizmente só temos a senhora aqui hoje que é 1 grande defensora das pessoas com deficiência, mas precisaríamos de muito mais deputados aqui, porque essa pauta é muito importante e muito subestimada. Eu sou mãe de autista de 24 anos, Bernardo Martins, e me junto, as palavras do Abraão sobre essa perda de direitos porque é 1 retirada de direitos, não é corrigindo distorções, como falou seu Juliano, é 1 perda de direitos, e eu eu vou além porque é defendendo os autistas que tem 1 questão sensorial eles não podem pegar ônibus ficar 1 hora e meia 2 horas nos ônibus todos os dias então a deficiência deles não é visível eles não faltam membro não falta 1 1 perna e com todo respeito o seu Sérgio falar comparar problema auditivo leve com autismo é total desconhecimento do que seja o autismo O autismo é transtorno sério, permanente, se eu contar a minha história pra vocês criei meu filho sozinha deputada Daniela sabe da minha história, numa época que não tinha SUS, que não tinha plano de saúde, paguei tudo particular, se o Juliano, e hoje em dia meu filho tem direito a comprar o carro com isenção, e é direito dele porque o título é considerado pessoa com deficiência, e não é 1 deficiência invisível. Então já digo pro governo, este governo, que é o que mais Então já digo para o governo este governo que é o que mais retira direitos até hoje é este que nós não vamos deixar passar como tá que não vão tirar nenhum direito dos autistas porque eles querem tirar direito não é só do autista leve não Abraão é de todos os autistas e é de toda essa é a realidade e meu filho não consegue ficar 3 horas no ônibus como a maioria dos filhos não conseguem porque autista nível não é fácil não é leve é bem complicado a gente luta por todas as inclusões sociais educativas de saúde como falei paguei tudo e tem orgulho de ter trabalhado para pagar tudo para o meu filho mas é deficiência ela está na lei então a gente tem garantir não vamos aceitar que chama em distorção retirada de direito e nós vamos defender todos autistas esse Brasil porque o direito que ele já tem na isenção de compra e outra coisa carro é para rico porque pelo que estavam falando ali né deputada que eu fico indignada desculpem né a minha emoção mas eu sou 1 mãe de autista que crê meu filho sozinha viúva meu marido morreu quando ele tinha 3 anos de idade E eu posso estar aqui como mãe e a maioria não está, e por que a maioria não está? Porque não consegue sair de casa. E por isso que fica tão fácil atropelarem a gente, mas eu vou falar 1 coisa não vão atropelar, porque eu estou aqui. Eu estou aqui, o Abraão também. E a gente vai estar aqui sempre já tive no Senado e vou continuar. E vou com mais intensidade agora que eu vejo que vocês justificam retirar direitos como distorção. Pode ter certeza que não é distorção que eles merecem cada direito que eles têm cada superação que eles fizeram na vida eles merecem tudo e eu não desejo que você tenha filho com autismo mas eu vou te falar 1 coisa por estatística dia vai chegar na sua família, porque hoje temos autista a cada 36 pessoas, e você vai ter 1 visão diferente Juliana, quando chegar na sua família, bem diferente da que tem atualmente. Então, carro não é privilégio, carro é qualidade de vida, como falou o Abraão. É a qualidade de vida deles, não é privilégio. E outra coisa que eu vou dar 1 sugestão, o STF gasta mais de 500000000 por mês. Você sabia disso? Por que não começa por aí? Cada ministro tem 222 assessores. Por que não começa por aí cada ministro ter 5 assessores? Agora cortar nas pessoas com deficiência é mais fácil né? É bem mais fácil, mas não, a gente tem o nosso lobby também, e o nosso lobby vai vencer. Então era isso que eu tinha pra dizer que eu sou 1 social, eu represento 1 associação nacional que não vai se calar, que não vai permitir, e que se a gente tiver aqui em cada gabinete do cenário da câmera a gente vai a gente vai porque hoje eu tenho tempo porque eu dei de quem é meu filho e hoje ele tá na faculdade fazer biologia no MB e passou sem cotas embora as pessoas com deficiência tenham direito a cotas, sabe porque ele quis estudar como qualquer pessoa. Agora ele tem direito a cota, e o direito que ele tem, ele não vai perder como nenhum dos milhões de autistas desse país não vão perder nenhum direito. Então muito obrigada.
Participante deu boas-vindas e saudou as entidades presentes. Destacou a importância da frente parlamentar em defesa do serviço público e a luta contra a PEC 32. Mencionou a portaria do MGI, que traz problemas e exige unidade e atuação. Criticou a falta de diálogo com as categorias e a necessidade de reestabelecer a mesa nacional de negociação. Enfatizou que discussões sobre o serviço público devem ser democráticas e incluir os servidores. Finalizou desejando um bom evento a todos.
Participante aborda atrasos em aprovação de doenças raras pela Anvisa e análise de projetos pela CONEP e CEPs, impactando indústria e pesquisa. Propõe prazos adequados e cumprimento por agências reguladoras.
Participante é presidente sindicato servidores municipais no interior paulista, pointing out the particular challenges of addressing harassment in small towns, including the culture of silence and the predominance of male leadership. She emphasizes the importance of the convention in strengthening their bases and supporting women.
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