
A Produtora celebrou a resistência histórica contra o desmonte cultural, destacando a importância da retomada das conferências de cultura no atual governo.
A Produtora defende a importância da luta sindical, das convenções coletivas e da conscientização sobre a precarização do trabalho e a pejotização. Ressalta a necessidade urgente de fiscalização efetiva do Ministério do Trabalho e da execução de verbas públicas, propondo a criação de grupos de trabalho para fortalecer a proteção dos direitos dos trabalhadores.
A Produtora denuncia a precariedade estrutural, a instabilidade da renda e a falta de proteção social no setor cultural. Critica a política de editais por ser excludente e insuficiente, e contesta a desvalorização da licença-maternidade na área.
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