
O Deputado denuncia supostas fraudes envolvendo o Banco Master e o cartão de crédito consignado Credcesta, alegando um modus operandi replicado do PT da Bahia para outras esferas governamentais, incluindo a Prefeitura do Rio de Janeiro sob a gestão de Eduardo Paes. O parlamentar critica o arquivamento de delações e a falta de instalação de uma CPMI, defendendo a necessidade de investigar denúncias de pagamento de propina envolvendo agentes públicos, políticos e instituições financeiras.
O Deputado defende a redução da maioridade penal como resposta à impunidade e à violência, citando o caso de pais que perderam o filho e o estupro coletivo de duas crianças em São Paulo. O parlamentar critica a postura de partidos de esquerda, acusando-os de omissão diante de crimes cometidos por menores e de priorizar narrativas ideológicas, e propõe ao relator a redução da maioridade penal para 14 anos em casos de crimes hediondos.
O Deputado critica as ações recentes do governo federal, classificando-as como estelionato eleitoral. Aponta que o programa Desenrola é ineficaz e agrava o endividamento do brasileiro, enquanto a gestão fiscal irresponsável do governo pressiona a inflação e os juros. Além disso, questiona a autenticidade do novo pacote de segurança pública, rotulando-o como pífio e insuficiente. O parlamentar denuncia o veto parcial do governo ao seu Projeto de Lei 5391/2020, que endurecia o tratamento penal para assassinos de policiais, argumentando que a retirada do Regime Disciplinar Diferenciado e da proibição de progressão de regime beneficia criminosos em detrimento da segurança pública.
O Deputado condena o assédio eleitoral cometido por empregadores que coagem trabalhadores a votar em determinados candidatos sob ameaça de demissão, classificando a prática como um retrocesso democrático e uma reintrodução do voto de cabresto.
O Deputado defende um projeto de lei que visa garantir a liberdade de manifestação política e a realização de debates em locais de trabalho. O orador argumenta que a proibição atual, sob o pretexto de combater o assédio eleitoral, é arbitrária e que, de forma análoga, o ambiente universitário deveria permitir a pluralidade de ideias, criticando a suposta hegemonia ideológica esquerdista e a perseguição a posições conservadoras ou liberais nas instituições de ensino.
O Deputado defende a aprovação de projeto de lei que garante a liberdade de manifestação política nos ambientes de trabalho. O orador argumenta que, assim como ocorre em universidades, empresas deveriam ter o direito de promover debates sobre candidatos e programas políticos, contestando a atuação do Ministério Público do Trabalho e criticando a postura do PT e do ex-presidente Lula em relação ao setor empresarial. O parlamentar ressalta que a medida não configura assédio eleitoral, uma vez que o voto é secreto.
O Deputado manifesta-se em nome da oposição para solicitar que a pauta original seja mantida, posicionando-se contrariamente à inversão proposta por considerar que a alteração inclui itens prejudiciais à sociedade.
O Deputado critica a postura de parlamentares governistas e da esquerda, que condicionam a aprovação de um projeto que estabelece zonas de exclusão para pedófilos à retirada de um destaque que visa ampliar o tempo de internação de menores infratores. O parlamentar cita, como exemplo, um caso de estupro coletivo ocorrido em São Miguel Paulista, defendendo medidas mais severas e reiterando seu apoio à PEC da redução da maioridade penal.
O Deputado critica a postura da esquerda em relação ao escândalo do Banco Master, acusando parlamentares de buscarem apenas narrativas políticas em vez de investigações reais. Defende a instalação de uma CPMI para apurar supostas irregularidades envolvendo figuras do governo e o banco, citando consultorias suspeitas e operações fraudulentas. Além disso, o Deputado defende o endurecimento de medidas socioeducativas e a redução da maioridade penal para crimes graves, criticando a omissão da esquerda diante de episódios de violência contra menores.
O deputado defende a aprovação de uma emenda do partido NOVO para ampliar o tempo de internação de menores infratores que cometem crimes hediondos, citando como exemplo o estupro de duas crianças. O parlamentar critica o governo e a esquerda pela obstrução do projeto, que também inclui medidas restritivas severas contra pedófilos. Para viabilizar a aprovação das medidas contra pedofilia, foi acordada uma votação simbólica da emenda.
O Deputado discute a necessidade de um acordo para viabilizar a votação de um projeto. Diante da impossibilidade de realizar uma votação nominal sobre um destaque do partido NOVO, o parlamentar aceita a retirada da proposta de pauta para garantir que o texto avance em seu objetivo de restringir o acesso de pedófilos a crianças.
O Deputado questiona a pauta da sessão, indagando sobre a votação de um projeto de autoria de outro parlamentar que trata de restrições contra pedófilos, aproveitando a ausência temporária de uma colega para buscar esclarecimentos sobre a condução dos trabalhos.
O Deputado defende a aprovação de um projeto de lei que visa proteger crianças contra pedófilos, estabelecendo restrições de aproximação. Apoia um destaque do partido NOVO e critica a atual legislação, argumentando que o limite de três anos para medidas socioeducativas aplicado a menores infratores é insuficiente, sendo necessária a ampliação para doze anos. Por fim, critica a obstrução da esquerda e defende a necessidade de avançar com o projeto, mantendo, contudo, a pauta da redução da maioridade penal.
O Deputado questiona a retirada de pauta de um projeto de lei fundamental para o combate à pedofilia, durante as ações do Maio Laranja. O parlamentar defende a necessidade de diálogo e a busca por soluções consensuais, expressando seu descontentamento com a interrupção da discussão parlamentar.
O Deputado defende a aprovação de um projeto de lei que estabelece medidas restritivas mais rigorosas contra pedófilos, defendendo penas mais duras, como prisão perpétua ou pena de morte. O parlamentar ressalta a importância da Lei da Dignidade Sexual, de sua autoria, que aumentou a pena para estupro de vulnerável. Além disso, o Deputado defende a redução da maioridade penal, citando um caso de violência contra crianças em São Miguel Paulista, onde os responsáveis, menores de idade, receberam medidas socioeducativas insuficientes.
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