
Todas e todos que estão aqui, deputado, Ale... Cleberson, todos que estão aqui da sociedade civil e dos sindicatos. Existem alguns pontos no estatuto que, lógico, ainda precisam ser aprimorados, principalmente nessas questões de segurança e de segurança social, de previdência, e por isso há necessidade de um grupo mais amplo, como a gente já fez uma reunião com o Ministério da Cultura, com o então Ministro do Trabalho lá em 2023, que eu e a Leia, a gente teve lá uma sessão, solicitamos um GT de trabalho. Ministério do Trabalho, Ministério da Previdência Social, Ministério da Cultura. Essa intermitência tem que ser discutida. Existem alguns pontos que são discordantes dentro da sociedade civil, que são as tributações dos editais para a Seguridade Social. Mas aí existe uma questão que eu acho o seguinte. Como é que a gente vai exigir uma inclusão de Seguridade Social e criar uma exceção dentro da própria cadeia produtiva da cultura? pensar numa indústria, e numa exceção de indústria cultural de uma securidade, quando a gente cria exceções nesse recolhimento da securidade social. Há lógico de se tentar achar caminhos de intermitência e de valores de desconto dessa pensatual, dessa Seguridade Social, de forma diferenciada para os editais. Mas eu não acredito que os editais tenham que ficar fora disso. Como é que eu, então, enquanto um trabalhador da cultura, vou prestar serviço para a empresa de um amigo ou de uma outra pessoa e cobre a Seguridade Social, companheiros profissionais da mesma área que vão trabalhar para mim naquela proponência. Isso é uma antagonia, isso é antagônico, isso é um discurso furado. Como é que eu vou cobrar da empresa enquanto eu sou contratante e não estou cobrando isso aí? Aperta aí de novo. Você que tem que ligar aí. Eu vou não laço de microfone, não dá para falar. Até para que a gente possa... Obrigado. E aí Foi, foi, foi, agora foi! Agora foi. Então, deputado, esses antagonismos na discussão da Seguridade Social, ele tem que ser tratado bem mais às claras, saber que precisamos cortar na própria carne. Não é cortar na própria carne, é garantir nossos direitos. Então, eu não vejo esse recolhimento dos editais como cortar na própria carne, é garantir nossos direitos. É dar o exemplo, quando a gente é contratante, de que a gente quer ter a Seguridade Social do companheiro. Obrigado, Pedro.
O participante criticou a gestão federal e o MST, denunciando uma suposta ideologia política por trás das invasões de terras. Defendeu o direito à propriedade privada, incentivou a organização dos produtores rurais e a legítima defesa como solução.
Participante elogiou a simplicidade e clareza da aula. Questionou sobre a responsabilidade da expedição de atos pela comissão, destacando a falta de estrutura em algumas casas. Apontou problemas na definição de quem assina os atos, mencionando a hesitação do presidente da casa em certas situações e a importância de resolver essa questão para o cumprimento das funções.
Participante discute a violação de prazos regimentais por parte do presidente da comissão e a necessidade de medidas judiciais para garantir o cumprimento das normas.
A questão é complexa, envolvendo aliança política e desrespeito ao regimento.
Que cabe nesse sentido ao presidente da referida comissão. Não não creio que seja
O Participante agradeceu pela oportunidade de participar da comissão, destacando a importância da diversidade de entidades. Mencionou duas sugestões já encaminhadas, ressaltando a efetividade da comissão. Apontou propostas ligadas à arquitetura e urbanismo e a criação de uma caixa de assistência para aumentar a representatividade dos profissionais. Finalizou agradecendo a todos os participantes e deputados pela parceria.
Participante fala sobre a importância da construção civil para o desenvolvimento urbano em Osasco, destacando o impacto do programa Minha Casa Minha Vida nos sonhos das pessoas. Expressa preocupação com o aumento dos custos na construção e os possíveis efeitos da reforma tributária, ressaltando a necessidade de tratar a habitação como um programa social essencial para o desenvolvimento das cidades. Agradece e parabeniza a Frente Parlamentar pela priorização do tema.
Participante abordou a relevância de preservar o estoque constitucional de imunidades na emenda 132, evitando a geração e acúmulo de créditos em operações imunes, salvo previsão em lei complementar. Propôs elaborar uma lei complementar para viabilizar o acúmulo e aproveitamento desses créditos.
A resolução 726/2018 foi discutida, destacando a regulamentação de isenções e ajustes, com impacto positivo na medição de conteúdo local, permitindo a retomada de projetos paralisados. A nova regra trouxe distorções em relação à medição anterior, mas possibilitou a isonomia entre contratos. A necessidade de reavaliar a política de conteúdo local e buscar incentivos em vez de penalidades foi enfatizada para melhorar a competitividade e incentivar investimentos.
Participante destaca a importância de compreensão e conscientização sobre a tecnologia e desinformação, em particular com a população mais idosa, e a necessidade dos sindicatos oferecerem cursos de segurança e conscientização sobre fake news. Eles também discutem a adaptabilidade às mudanças tecnológicas e a importância de normativos eleitorais atualizados, aludindo a recentes problemas com inteligência artificial e a necessidade de separar realidade de ficção científica.
No passado, comunicação de massa no Brasil era broadcast por grandes conglomerados, mas a era das redes sociais permitiu que as pessoas falassem mais diretamente entre si. A eleição de 2018 foi influenciada por isso, com desinformação e falta de regulamentação. Agora, em 2022, há mais regulamentação e a introdução de inteligência artificial está levantando novas questões sobre o processo eleitoral.
Participante está feliz por estar reinstalando frente suprapartidária e supraideológica em defesa de serviços públicos, combatendo neoliberalismo e buscando reforma tributária justa.
Sou estudante de fisioterapia, e me interesso muito pelos cuidados paliativos. Foi.
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