
A Deputada defende o fim da escala de trabalho 6x1, relacionando a necessidade de redução da jornada de trabalho à herança histórica da escravidão no Brasil. Argumenta que o atual modelo de exploração trabalhista é uma continuidade de estruturas sociais desiguais e defende a necessidade de limites ao lucro em prol da dignidade dos trabalhadores.
A Deputada parabeniza a relatora pela defesa da importância do reconhecimento do trabalho de cuidado não remunerado como essencial para a mobilidade social das mulheres e destaca a necessidade de o Estado compartilhar essa responsabilidade, mencionando o Plano Nacional de Cuidados.
A Deputada critica a abordagem da comissão sobre segurança pública, defendendo o combate ao financiamento do crime organizado, o controle de armas e munições e a melhoria da elucidação de homicídios por meio de perícia independente.
A deputada questiona a coerência do discurso de um colega sobre o combate ao crime, citando aliados políticos do PL envolvidos em denúncias de corrupção, lavagem de dinheiro e ligações com o crime organizado no Rio de Janeiro.
A Deputada contesta a eficácia do porte de arma para oficiais de justiça como medida de segurança frente ao domínio do crime organizado no território do Rio de Janeiro.
A Deputada posiciona-se contrária ao projeto de flexibilização do porte de armas, argumentando com base em indicadores de segurança que o aumento da circulação de armamentos eleva as taxas de homicídios e feminicídios, defendendo, em contrapartida, o controle de armas, o combate ao financiamento do crime organizado e o aumento da capacidade de elucidação de crimes através de perícias.
A Deputada contesta críticas sobre seu pedido de vista e afirma estar atuando em prol do país ao defender a discussão sobre a escala de trabalho 6x1.
A deputada agradece a concessão de vista em processo legislativo para prosseguir com suas atividades parlamentares.
A deputada manifesta oposição à redução da maioridade penal, argumentando que a medida não resolve a criminalidade e defende o fortalecimento do ECA, o controle de armas e a elucidação de homicídios através de perícia independente.
A Deputada denuncia a violência contra a mulher, apontando que o feminicídio é o ápice de uma cadeia de desproteção alimentada pela misoginia e pela ideia de que homens possuem propriedade sobre os corpos e vidas femininas. A parlamentar critica a disseminação desse ódio em ambientes digitais e no próprio Plenário, citando como exemplo casos de agressão física, e defende a criminalização da misoginia como medida essencial para proteger as mulheres brasileiras.
A Deputada defende a criminalização da violência contra a mulher, especialmente em ambientes digitais, argumentando que discursos de ódio não estão protegidos pela liberdade de expressão ou religiosa. Ressalta a importância de tipificar a misoginia no Código Penal e parabeniza a colega Tabata Amaral pelo relatório produzido no grupo de trabalho da Câmara, enfatizando a necessidade de maior participação feminina na política para representar as vivências cotidianas da maioria das brasileiras e garantir um futuro sem violência para as próximas gerações.
A Deputada profere voto favorável, na qualidade de relatora, sobre projetos de lei que tratam da ampliação do instituto da indignidade sucessória. O parecer destaca a constitucionalidade formal e material das propostas, ressaltando que o objetivo é proteger a vida e a família, além de alinhar o Código Civil a valores éticos, inibindo crimes contra membros familiares. A relatora propõe um substitutivo para unificar os projetos, ressalvando, porém, que o projeto 101/2026 deve ser aprovado com restrições por abranger excessivamente o instituto da indignidade.
A Deputada defende que a formação profissional na área da saúde deve ser presencial, criticando a modalidade de ensino à distância para essas carreiras por impactar a qualidade da assistência e a garantia do acesso pleno à saúde.
A Deputada defende que as profissões da área da saúde exigem formação prática e de qualidade, criticando a expansão do ensino à distância (EAD) nessas áreas. Argumenta que a formação precária, muitas vezes oferecida por instituições privadas focadas em lucro, compromete a segurança dos pacientes e viola o direito constitucional à saúde. Por fim, solicita a manutenção de um projeto de lei que visa regulamentar a questão, considerando-o fundamental para a proteção da população.
A Deputada defende a proibição da formação de profissionais da saúde, como médicos e enfermeiros, por meio de ensino a distância (EAD). Argumenta que a natureza dessas profissões exige aprendizado presencial e prático para garantir o cuidado adequado aos pacientes, criticando setores da Casa que se opõem a essa medida.
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