
O Deputado critica projeto de criminalização da misoginia, classificando-o como ferramenta de controle narrativo, censura e distração de prioridades reais, como segurança pública e gestão de gastos governamentais.
O Deputado critica a postura de parlamentares de esquerda, classificando sua indignação como seletiva. Argumenta que, enquanto há comoção excessiva em casos de maus-tratos a animais, falta o mesmo rigor em relação a crimes graves cometidos por menores de idade. Defende a redução da maioridade penal como medida necessária para o país.
O Deputado defende o endurecimento das penas para crimes hediondos, como pedofilia, abuso sexual e estupro. Argumenta que a esquerda brasileira protege criminosos e critica a falta de efetividade das medidas atuais em comparação com práticas internacionais, como as da China. Além disso, critica a alocação de recursos públicos do governo federal em publicidade e viagens, sugerindo que esses valores poderiam financiar estruturas prisionais, e contesta argumentos sobre o custo e a eficácia da redução da maioridade penal.
O deputado criticou a postura da esquerda parlamentar, argumentando que a oposição não apresenta argumentos plausíveis contra a redução da maioridade penal, limitando-se a ataques pessoais sobre o uso de jatinhos e menções ao Banco Master. O parlamentar defendeu que o encarceramento de menores infratores é eficaz para prevenir novos crimes e desafiou os opositores ao citar a necessidade de maior rigor em penas para crimes hediondos e a investigação de casos de corrupção, mencionando a lista da Odebrecht.
O Deputado solicita a palavra para informar que abre mão de seu tempo de fala para dar seguimento à sessão e agradece.
O Deputado defende a necessidade de votar e aprovar a redução da maioridade penal, argumentando que a discussão se arrasta há décadas e que a maior parte da população apoia a medida. Ele enfatiza que a proposta não é uma solução única para a criminalidade, mas um passo necessário diante da recorrência de atos infracionais cometidos por menores, criticando a postura da esquerda em relação à impunidade.
O Deputado criticou a gestão ambiental na Amazônia, relatando que a realidade local é marcada por miséria, infraestrutura precária e o domínio de organizações criminosas. Afirmou que órgãos federais multam moradores e indígenas por pequenas intervenções de subsistência, impedindo o desenvolvimento econômico da região. Defendeu uma exploração responsável das riquezas amazônicas em oposição à política atual, que descreveu como irresponsável, e manifestou apoio à população do Acre.
O deputado declara encerrada a sessão e manifesta apoio ao ensino domiciliar.
O Deputado defende a regulamentação do ensino domiciliar (homeschooling) no Brasil, criticando a perseguição estatal a famílias que optam por essa modalidade e cobrando a pauta do projeto de lei nas comissões parlamentares.
O Deputado defende o ensino domiciliar como alternativa à educação estatal e critica decisões do Judiciário que impactam famílias, buscando articulação política no Senado para acelerar a tramitação de projetos sobre o tema.
O deputado discute os desafios da criação dos filhos, enfatiza a defesa dos valores familiares e religiosos e expressa apoio a famílias que praticam a educação domiciliar, alegando que sofrem perseguições.
O deputado convida pais praticantes de educação domiciliar para realizarem uma explanação.
O deputado defende a regulamentação do direito à educação domiciliar como um direito natural, destacando sua eficácia em relação ao ensino tradicional e criticando as barreiras impostas pelo Estado às famílias.
O deputado agradece a presença de convidados em sessão sobre educação domiciliar e faz um relato pessoal sobre a influência de valores familiares e religiosos em sua vida e na criação de seus filhos.
O deputado agradece o trabalho de bastidor realizado por um colaborador e organiza a ordem de fala dos convidados presentes na sessão.
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